FILOSOFIA CRACIOLÓGICA GRACELIANA
Filosofia craciológica – filosofia do poder.

Segundo sistema filosófico graceliano craciológico.

Vitalismo, divinismo, lógica da razão vital.

Autor. ANCELMO LUIZ GRACELI.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.
ancelmoluizgraceli@hotmail.com

Rua Itabira, numero 5, Rosa da Penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.

Colaborador. MÁRCIO PITER RANGEL.

Filosofia – CRACIOLOGISMO.

DO QUASE NADA TUDO PODE SURGIR – EXCETO DEUS. POIS É O ÚNICO ABSOLUTO.

Trabalho registrado na Biblioteca Nacional.

POTENCIALISMO CRACIONISTA DO CRIADOR E TRANSCENDENTALIDADE.

TRANSCENDENTALISMO.

A realidade é vontade e potencialidade transcendente de ser e de vir a ser. Vontade e potencialidade vêm do Criador e o que transcende ao outro é a própria realidade na forma de vida, consciência, racionalidade.

O criador produz a potencialidade na estrutura da realidade para que a realidade se encaminhe para a perfeição e a harmonia.

FUNDAMENTOS DA RAZÃO NATURAL.

HÁ VARIAS FORMAS DE LÓGICA.

1- Cracionista e a meta natural, que vêm do poder do criador na construção do cosmo e da vida, em direção da eternidade, do bem e da harmonia.

2- A cracionista - de potencialidades e inconscientes vitais, que é a lógica da construção biológica.

3- A transcendente no sentido da melhoria e da manutenção vital.

4- a racional e de vontades psíquicas, que rege a racionalidade e estímulos
Inconscientes.

A realidade é transcendente e transmissora, pois o ser vivo é transmitido aos descendentes, por isto que os filhos parecem com os pais na sua forma de ser, de pensar lógico, e sonhos, felicidades, e anseios psicológicos. Como também o seu funcionamento vital e biológico é parecido com o dos pais.

Assim, temos.

A RACIONALIDADE CRIACIONISTA de um poder superior na harmonia estruturação do cosmo e da vida em direção a perfeição e a eternidade e transcendência.

A RACIONALIDADE INCONSCIENTE como forma de potencialidade biológica e vital na produção e estruturação da vida, QUE É A CRACIONISTA.

A RACIONALIDADE DO INCONSCIENTE MENTAL, em que todo ser vivo possui, vê-se isto no homem que usa o cérebro sem notar conscientemente que o está usando, ou mesmo chegando a resultados que antes não chegou num processo consciente.

E A RAZÃO NATURAL DOS ANIMAIS, vê que todos os seres vivos possuem aptidões e capacidades uns de camuflagem, outros de equilíbrio, como macacos, e todos de maternidade e paternidade.

E A RAZÃO LÓGICA E HUMANA, do dia a dia, onde valores são estipulados em direção a resultados a serem obtidos.

A razão biológica na forma inconsciente é o ponto mais alto [maior] da racionalidade e não a lógica e a consciência.

Pois o poder superior juntamente com a inconsciência biológica determina e dirige todo o funcionamento celular e da engrenagem da vida, com as variações e manutenção da vida.

A razão e o conhecimento humano não é ponto extremo do desenvolvimento humano e da realidade.

O absoluto, o mais perfeito do desenvolvimento é o poder superior e a potencialidade inconsciente vital de coordenar e é o funcionamento da vida e toda engrenagem vital, onde acontece a vida, o homem, os seres, o bem supremo, e cria toda forma de inconsciente, consciente e racionalidade lógica.

Pois já é por natureza e essência um ser biológico racional e estrutural.

Ou seja, a razão absoluta e extrema é a inconsciência biológica, onde também é determinada e produtora da vida.

Ou seja, até na melhor funcionalidade a inconsciência biológica se destaca, pois, se ela juntamente com o poder superior não fosse o pico a vida não se processaria, a vida seria um caos desestruturado.

As espécies não evoluíriam, o homem, a mente não chegaria à produção da lógica racional.

Logo, a realidade é dirigida por poder superior, potencialidades vitais e racionalidade lógica consciente vital.

Ou seja, inconsciente para nós, porém consciente para o regedor da vida e da mente.

Que são os poderes que sabem para onde dirigir a vida, o ser e a racionalidade.

EXISTENCIALISMO VITAL.

Na inconsciência biológica está a razão fundamentada da existência humana, a coordenadora da vida, a beleza mais perfeita que é o poder superior, a potencialidade vital e a vida estrutural e funcional.

E é a melhor ética onde todos caminham numa só direção que é a permanência da vida para todos, onde o bem é o supremo, pois a engrenagem da vida, a vontade de perfeição é para todos.

E é onde o homem torna-se uno de existência de vontade biológica, através do poder superior da criação e consciência de si no universo.

Onde Deus o vê na perfeição da vontade biológica, e que trabalha em direção a obra do criador, que é a vida, o bem, a saúde, a felicidade, o amor, a fé, e a harmonia cósmica, espiritual e biológica, e a transcendência infinita do ser, da vida, da realidade, da racionalidade e do poder.

A ESSÊNCIA DO EXISTIR.

O EXISTIR NUNCA PODERÁ SER UM NADA.

O existir nunca poderá ser um nada, pois ser existente é ser um estágio da transmissão da realidade e da vida, pois a vida é transmitida, logo não somos donos dela, somos uma fase da vida e da realidade e isto é o suficiente para sermos mais do que o nada.

Pois somos matéria viva, poder do criador, poder e inteligência vital, funcionamento orgânico e vital, transcendência da vida e prolongamento da eternidade da realidade.

E que a profecia continue na construção da vida, da fé e do amor. E só nos resta falar obrigado.

OS ELEMENTOS PRIMÁRIOS DA REALIDADE SÃO.

Poder superior.
E poder vital regido pelo superior.

ELEMENTOS FUNDAMENTAIS DA REALIDADE.

Os elementos primários e fundamentais da realidade são.

Poder superior.
Espírito.
Alma.

Poder vital,
Vida.
Potencialidade biológica.

Racionalidade.

Espaço denso,
Energia e matéria.

Os secundários são, vida orgânica e alma, potencialidade estrutural, sentidos, inconsciência biológica e consciência do eu psíquico, razão, e emoção.

Os terciários são processos, mundanidade e transcendentalidade.

Os quaternários, sem ação direta, e que precisam de terceiros para existir, são espaço e tempo.

Vemos que existe um poder superior na formação e harmonia dos astros, na potencialidade vital e origem da matéria viva, na evolução, nos sentidos, no eu psíquico, na inconsciência e consciência, na razão e na emoção.

Ou seja, são qualidades de origem do porque existe e da onde surgiu a vida e outros poderes e fenômenos vitais, ou seja, tudo possui uma só origem do Criador de poder superior e da solidificação do espaço denso até chegar a matéria bruta e desta a matéria viva e todos os seres vivos com suas potencialidades.

Porém tudo isto para chegar a existir deveria ter alguma potencialidade no próprio espaço denso, e este por sua vez não o possui em si e na sua estrutura.

Assim, todo este poder de vir a ser e de produzir uma engrenagem tão perfeita que é a vida com seus processos, e a matéria viva e a harmonia dos astros possuem um poder e direcionamento anterior a eles próprios.

E que eles só se tornaram realidade na sua essência, estrutura e transcendência de ser por causa deste poder e direcionamento anterior a eles mesmos.

O PODER SUPERIOR NA CONSCIÊNCIA.

O mesmo acontece com a consciência, falar que a consciência é um sentido dos neurônios é até certo falar, porém da onde saiu, da onde se originou, pois a origem torna-se inexplicável.

Ou seja, existe numa fase da vida como fenômeno e potencialidades.

Porém a essência da sua origem está no poder e na vontade de um poder superior, pois do nada seria.

Assim, a consciência é consciência, como a mente é mente por um elemento de potencialidade de ser, ou seja, é por ser causado por um poder superior que os fenômenos tornam realidade.

É na vontade e potencialidade que a mente funciona, ou consciência se quiser.

A natureza não funciona com vontade própria, mas sim funciona conforme suas potencialidades criadas pelo poder superior.

Ou seja, a natureza de ser um existente futuro daqui a milhões de anos já existe como forma incubada e potencial de ser muito antes de ser causado e produzido.

CAUSA ANTERIOR E HARMONIA CÓSMICA.

Logo a natureza possui uma causa inexplicável, e é anterior a causa fenomenal.

Ou seja, o fenômeno da evoluçao da vida, da mente e até mesmo da potencialidade só existe por haver uma natureza elementar primária daquilo na estrutura primária e que existe como poder superior.

Pois de um espaço denso solidificado não surgiria uma obra tão esplendorosa como a vida ou mesmo a harmonia dos astros.

Assim, vê-se que a consciência só existe por possuir nos sentidos propriedades para que ela exista, e os sentidos na vida, a vida na evoluçao, a evoluçao na matéria vida, ou seja, se procurar a fundo verá que a realidade não se processa por causa e efeito, mas por poder superior.

Assim, vemos que primeiro a causa fundamental não pode estar no mesmo fenômeno, ou em fenômenos da mesma natureza.

Segundo, o espaço denso e a matéria não teriam poder para uma obra de tamanho porte.

Terceiro - só nos resta o poder superior, presente em tudo, inclusive na alma, no bem e na transcendentalidade.

PRÉ-DISPOSIÇÃO DE EXISTIR.
Assim, a natureza possui uma essência de potencialidade pré-disposta para existir e vir a ser que tem origem num poder superior, ou seja, o homem, a vida, a mente, a razão é parte de um universo pré-disposto na forma de essência e potencialidade para existir.

Ou seja, possui uma origem primária de um poder estruturador de vontade e potência, logo não pode ser a mesma coisa ou o mesmo fenômeno. Ou seja, possui qualidades inerentes a sim mesmo no seu vir a ser.

Logo a realidade é poder superior regendo a realidade criada pelo próprio poder superior.

CRACIOCRIACIONISMO.

A REALIDADE É PODER SUPERIOR NA ORIGEM E NA ESSÊNCIA. -

O poder superior do criador está presente na origem da vida, da nas potencialidades vitais para uma propensa evolução, e constrói a vida e o inconsciente biológico, inconsciente mental e psíquico, que por sua vez determinam o ser vivo o homem e as espécies, dirigindo e determinando novos seres, e novos órgãos, sentidos e inteligências.

Logo o determinante da vida e da realidade é poderes superiores vindo de um poder de criação, que está além e anterior ao próprio ser vivo, homem e realidade, pois é de tamanho poder que determina até a transcendentalidade através da reprodução e da permanência do ser vivo para após a sua existência.

É onde está o inicio, o ápice, o meio e o fim, é a causa e o efeito dos fenômenos da realidade. É a substância sem materialidade e geradora e fundamental da realidade, da vida, da mente, da matéria nas suas duas formas – bruta e viva.

É a consciência e o homem, pois é só através de poderes superiores que uma inconsciência, uma racionalidade, sentidos, emoções possam chegar a existir.

TUDO SURGE DE ALGO. E NADA SURGE DO NADA.

Vê-se a vida que só é vida por existir possibilidades para que ela se torna vida, assim com todos os outros elementos vitais e da própria realidade, pois - NADA SURGE DO NADA.

É a través da inconsciência vital que surge a inconsciência mental que desenvolve as emoções e sentidos e surge a racionalidade, onde surge a realidade.

ESSÊNCIA PRIMÁRIA.

Assim como que a mente só é mente por possuir capacidades e potencialidade pré-existentes como essência primária, que apenas se revelou com avanços biológicos.

Pois tudo que é já possuía uma natureza de ser, apenas se revelou para torna-se realidade existencial de ser.

A ESSÊNCIA FUNDAMENTAL É O PODER SUPERIOR, LOGO O SER, A REALIDADE É O PODER.

Se nada surge do nada, e tudo que já nasceu já possuía uma disposição como essência de poder para chegar a ser, logo, a forma e a materialidade não são a realidade. E a realidade é o poder superior, pois só ele possui o poder de transformar aquilo que é no outro que chegará a na posterioridade ser.

A DIVISÃO DA CAUSA.

A causa pode ser dividida em duas formas. A predeterminante e incubada pelo poder superior, e os caminhos que um ser ou realidade venha a desenvolver, pois a realidade é a que age, determina e dirige.

E não vemos e não sentimos os poderes agindo sobre nós, pois somos o produto sendo estruturado e determinado pelo poder superior.

Está em nós e temos apenas a inconsciência dele.

NA VERDADE SOMOS ESTE PODER INSERIDO QUE NOS CONSTRÓI. LOGO SOMOS NÓS COMO CONSEQUÊNCIA DO QUE OS PODERES NOS PRODUZ.

Podemos relacionar a consciência como o sexto sentido orgânico, pois a consciência determina e registra os outros cincos.

Assim - nada não surge do nada. E se um sentido ser vivo, órgão vir a ser é porque há um ser superior e criador regendo e determinando que aquela forma de realidade venha a se tornar existente.

A realidade no seu centro como essência fundamental de ser e de produzir-se e aparecer como força produtora de si, não e forma, não é matéria, nem intelecto, nem vida, nem consciência. Mas sim é poder e essência criadora, pois só um poder sobre real determinará a realidade na sua essência de ser.

ESSÊNCIAS INATAS E TRANSFORMADORAS.

Pode-se perguntar. da onde surgiram as essências incubadas, as potencialidades, para tornar-se realidade e ser um eterno vir a ser e transcender.

A resposta só pode ser esta - do poder tudo surge. Tudo surge de uma vontade anterior ou de um poder superior. Pois o que existe e é o que determina e é a realidade, a vida e a mente, a inconsciência biológica e outros fenômenos que é o invisível diante do explicável e visível, que é a essência e poder diante da materialização da realidade e sua transformação e transcendência.

É o poder superior e potencialidade diante da energia vital, da inteligência humana, ou instintos animal, ou da alma.

Pois não é a matéria e a forma, a consciência, a inconsciência, pois é apenas poder superior regendo, direcionando e transformando a potencialidade.

Está dentro, mas o que caracteriza não é o estar dentro, mas sim, ser o ingrediente fundamental do BOLO DA REALIDADE, da vida e da mente.

ESSÊNCIA E PODER.

E que o fundamental é ser essência e poder, e não vir a ser por apenas ser por transformação, pois tudo que é por essência e poder e não por transformação é o regedor e não o regido, o transformador e não o transformado. Assim, pode-se dizer que a matéria e a estrutura são realidades secundarias e não primárias.

O PODER ESTÁ NO INICIO, NO MEIO E FIM.

Pois nada nasce do nada, o absoluto é, pois o que está no inicio, no meio e no fim, pois só um poder superior estaria nestas condições e é possível de estar, que é o poder superior regendo as potencialidades da realidade e da vida.

Pois nada se transforma para ser o que é, apenas se revela em que já existia em forma de potencialidade para um vir a ser e vontade de um poder superior.

O ABSOLUTO ESTÁ NO PODER.

Pois aí está o absoluto e não na consciência, na energia vital, matéria ou forma. Pois a realidade não se transforma apenas se revela. A identidade absoluta está no poder superior regendo as potencialidades, onde o ser é sempre o mesmo, pois apenas se revela.

A MATÉRIA SEM FORMA.
A matéria sem forma seria nada, e se tudo surge de poderes superiores, logo a realidade não é forma, nem matéria, nem identidade ou consciência, pois a vida é uma essência, e tudo é regido por poder superior, em forma de potencialidades e essências, pois o poder superior está em tudo, na alma, no nascimento e na vida, na consciência, no homem, e tudo o resto.

Não é transformação, não é transcendência, nem lógica, nem causalidade, ou espacial ou temporal, pois é apenas ABSOLUTA REVELAÇÃO DO PODER SUPERIOR.

POIS O ABSOLUTO SER JÁ É O SER, OU SEJA, ELE JÁ ESTÁ ABSOLUTO EM SI MESMO, ANTES ELE É ABSOLUTO PARA DEPOIS SER.

A realidade é o que existe em poder superior regendo potencialidade para chegara ser essência.

Pois, se vê no homem em que é mais vida do que matéria viva e do que matéria bruta.
É mais inconsciente biológico do que vida.
É mais alma do que inconsciente biológico.
É mais essência do que alma.
É mais potencialidade do que essência.

Pois tudo é regido por um poder superior na criação. Que é Deus.

Pois o mundo é poder superior, potencialidades e essências, o resto é capa e estrutura sem vontade e poder.

Assim, a realidade é em si uma forma de poder superior e criação de potencialidades voltadas para essências incubadas, pois do nada, nada surge.

E tudo que existe é porque existiu um poder e vontade para se realizar, logo a realidade não é lógica, dialética ou causal, pois o absoluto é o poder superior do criador.

E a razão mais avançada não é a consciência psíquica, mas sim, a inconsciência biológica.

O poder não precisa de causa para agir, pois não precisa de processo subseqüente. Ele pode agir no inicio, ou no meio ou no fim.

O INVISÍVEL E O VISÍVEL.

A realidade é o invisível, pois o invisível determina toda a realidade.

E o visível que é a estrutura não possui vontade, é apenas uma capa com forma e função determinada pelo invisível.

Vê-se que a realidade invisível é constituída de poderes e potencialidades regidos por poderes superiores, essenciais incubados, vontades regedoras, e inconscientes vitais.

Ou seja, vê-se a matéria, sentimos os sentidos, pensamos através da racionalidade da consciência e inconsciência.

Porém o coordenador, a essência transformadora que leva a realidade a ser o que é, é o que não vemos é fica escondido como se fosse um imenso nada, pois são os fundamentos primários de origem de tudo o existe e acontece, aconteceu ou virá acontecer e que tem o poder de transformar a realidade no seu eterno vir a ser.

Pois o absoluto é o poder criador e transformador e que transfere o poder as potencialidades de seres, essências incubadas para serem um eterno vir a ser dentro e produtor da realidade.

Enquanto e em forma de inconsciência e vontade e potencialidade vital a natureza biológica se estrutura como forma de vontade e transcendência pela reprodução, enquanto astros caminham na sua harmonia orbital e a matéria se estrutura numa unicidade.

Pois o absoluto supremo é o criador que rege a realidade e a biologia com seus poderes e vontades, pois a realidade não ocorre como a matéria
ou a mente, avanço ou retração, ser ou vir a ser, dialética ou lógica, ou forma e matéria, causa e efeito, espaço e tempo.

Mas sim, como forma de poderes, potencialidades, essências incubadas e vontades inconscientes invisíveis e estruturadores.

Pois só aí temos o eterno vir a ser da realidade e a transcendência da vida, e a racionalidade humana vencendo e crescendo cada vez mais, porém ainda assim a razão mais poderosa é a razão do inconsciente biológico [depois da de poderes], onde rege a vida e a coordena e rege a própria razão humana, a psiquê, a fisiologia e a psicofisiologia.

Vê-se que a vida não está na evolução ou nas espécies. Mas sim, os seres com seus avanços e retrocessos são produto do invisível, de poderes, potencialidades, e essências.

Assim, a beleza está na harmonia da engrenagem funcional onde tudo caminha para uma eterna harmonia, onde não existe caos.

Pois Deus vence a negatividade e dá mais força e poder a vida e a realidade harmônica, pois a morte é o enfraquecimento de sua obra.

Pois ele vence criando nos seres e daqueles que morrem nascem outros, pois a alma que perdura após a vida é uma forma de eternidade, e a vida e o nascimento são a grande obra do criador, onde tudo transcende e retorna no inicio com mais perfeição e vitalidade, aí está a eternidade na transcendência pelo nascimento, aí o processo da vida torna-se eterno, pois tudo nasce como poder e potencialidade e essência incubada, inclusive a própria existência humana e a realidade.

EXISTIR É O TUDO E NÃO O NADA.

O outro ser não nasce, mas a vida é transferida, em outra processualidade vai se formar um novo ser, com espírito, Deus, alma mente e poderes.

Pois, o agente é a potencialidade e a inconsciência biológica, a estética é a harmonia e a beleza funcional da vida e dos astros com sua harmonia no espaço, a ética é o bem e a felicidade, a existência é estar inserido no todo da harmonia cósmica, vital e teológica, e teobiológica, pois - EXISTIR É O TUDO - é estar e fazer parte deste universo de vontade e poder.

Vemos a matéria, a vida, sentimos, pensamos, nos emocionamos, nos reproduzimos, mas a realidade produtora está inserida, não vemos e não sentimos, por isso o ser é invisível. Pois o todo é o invisível. Onde o agente principal e criador agem sem nunca ser notado ou sentido. Deus.

TEORIA DAS REALIDADES.

A realidade ocorre através de formas primárias, fundamentais criadoras como Deus e espaço denso, formas secundárias, criadas e criadoras como potencialidades, terciárias, como criadas que são as essências incubadas, e quaternárias como os fenômenos, a matéria, a vida, o ser, a natureza, a mente, etc.

Pois das essências surgem as estruturas, as transformações, as transcendências, poder e potência.

A realidade é produto de criação superior, onde recebe poderes para continuar numa linha pré-determinada e do que está estabelecido.

A realidade é produtora de si a partir do poder do criador, assim, pode-se falar que a realidade se estrutura por causalidade, porém só através de poderes já recebidos para chegar a ser o que é.

Para a criação não há espaço nem tempo, nem causa e efeito, nem unicidade nem multiplicidade. Pois o que existe são potencialidades com formas variadas do elemento produtor e produzidas como realidade.

Logo, a realidade é poder de criação, potencialidade secundária, essência incubada, realidade sendo regido por poder já pré-estabelecido.

PODE-SE DIVIDIR A REALIDADE.

Estruturadora – Deus, potencialidade, essência incubada.

Estruturada - matéria, vida, inconsciente biológico, psiquê, sentidos, mente, ser vivo e evolução, homem e racionalidade, reprodução e transcendência, estágio evolutivo em que ocorre a evolução, e outros.

Vê-se que há um poder superior na harmonia das órbitas dos astros, pois onde era para haver caos há lentidão e calmaria, um astro esquenta o outro, e vive do seu calor e energia, a matéria viva e precisa respirar e alimentar-se.

Pois ela sente, pensa e se emociona, logo há duas formas de matéria uma viva e outra morta, e se tudo se origina do poder de Deus, e vemos tudo se estruturando a partir do espaço denso, onde surge a diversidade dos elementos químicos, a diversidade das formas de vida, como sentidos, mente, capacidade Psicofisiologia para mudanças morfológicas e estruturais dos seres vivos, pois de um poder superior e de um elemento estruturador – o espaço denso- todo o resto surge, numa diversidade incrível de componentes e novos elementos que virão a existir.

Logo só há uma resposta – um criador no inicio, no meio e no fim, na causa e no efeito, logo não há espaço e tempo, só revelações do que já existe como essência e potencialidade. Pois o tempo surge com a mente e os fenômenos se revelam e se alternam num vai e vem existencial dentro de uma realidade já pré-determinada.

CRACIOLOGISMO.

O universo é um universo de poder, potencialidade, mágica, energia, processos, e essência.

A causa e a essência são uma conseqüência do poder.

O poder cria a mágica e cria potencialidade,

O universo é um universo de poder e energia divina, cósmica, vital, física, psíquica, processual. Transcendental.

O universo não se divide em causa e essência, ou espaço e tempo, espiritual e material.

Mas sim, em poder e potencialidade, visível e invisível, mágica e energia, processos e essências.

O ser é Deus. A realidade é o poder, a estrutura da realidade é a energia.

O tempo não existe, é fruto da memória humana, o que existe é estágios que o poder já estruturou em um universo.

E o poder está presente na formação da matéria, do espírito, da alma, da mente, dos astros, da energia, do cosmo e da vida. Logo o cosmo e a realidade são estágios de poder estruturante da realidade.

O ser supremo é Deus, o criador e supremo de poder.
A realidade é o poder.
A estrutura é o secundário, o efeito.
A cauda é o poder.
O tempo é o estágio do poder em um universo.
A realidade não se processa por processos dialéticos, ou de causa e efeito, mas sim de poder atuando sobre poderes.

FUNDAMENTOS.

Os fundamentos se dividem em poder supremo – do criador.

Poder secundário – do cosmo, da vitalidade, do ser vivo e da mente e psíquico orgânico.

Não é a causa, mas sim poder que rege o mundo e a realidade.

Não é o efeito, mas sim o estágio e o tipo e estruturas que existem.

O tempo não existe, o que existe é o transcender sobre si através de poder.

Não é a dialética, mas sim o transcender sobre si em direção a perfeição e a eternidade.

É o poder de transformar, transcender e processar.
A essência é o poder, o ser é o poder, pois ele é o agente transformador, o sujeito e é a realidade.

É a causa de si e sobre si, é a ação de sobre si, é o que faz e leva a acontecer e torna-se realidade e é em si mesmo a própria realidade e uma forma de realidade.

Logo é a realidade na sua essência primária e fundamental, é o agente fundamental da produção da própria realidade.

Isto está bem claro na biologia, Vitalogia e inconscienciologia e evolução vital, e religião onde o poder supremo rege o universo.

É poder supremo e poder secundário e potência,
É direcionamento e estruturalização,
São estágios de poder e estágio de estruturalização.

O PODER UNIVERSAL EM TODOS OS FENÔMENOS.

O poder é universal e geral em todos os fenômenos, enquanto a causa é apenas fenomenal.

O direcionamento e a estruturalidade é também geral, como um todo que avança numa totalidade em todas as partes, produzindo uma realidade transcendental e transformista em todos os pontos da realidade.

Assim a realidade é o avançar geral direcionando e se estruturalizando, como um todo que caminha em direção a um estágio evolutivo e estruturalizante da realidade.

Enquanto o efeito é individual e particular apenas naquele momento, e o avançar geral é universal e englobante a todos os estágios e pontos da realidade.

REALIDADE NO TODO, NAS PARTES E EM FASES.

E é uma prolongação e um ancadeamento sucessório de um após o outro, em que cada fase tem a sua ação e direcionamento sobre a próxima e todas as outras que virão a ser na forma de fases e estágios estruturalizantes da realidade.

A estruturalidade é a causa da sucessória, e todas conterão a primeira e cada fase já passada.

AÇÃO ESTRUTURALIZANTE.

Para a realidade não existe tempo, pois o tempo é apenas uma construção da memória humana, porém o que existe são estágios da ação estruturalizante e direcionalizada do poder construindo a realidade.

Na realidade não existe dialética, o que existe é poder construindo, direcionando e estruturalizando a realidade, a ação de estruturalisar já é a realidade.

E ação é algo dinâmico. Pois a realidade é este eterno e universal e geral avançar estruturalizador em direção para a perfeição eterna. Ou seja, a realidade tem destino que é estar se processando e estruturalizando, e como um todo se direcionalizando.

Numa espécie encontramos os estágios estruturalizadores, num organismo, no funcionamento de uma mente, num sistema cósmico, ou em fases estruturalizantes de universos.

O avançar não é causa e nem efeito, mas sim é a totalização da realidade que vai numa ação conjunto como um todo. Se produzindo e se estruturalizando.

Assim, a realidade é ação numa construção direcionada e estruturalizante sobre si mesma, e por natureza ela é dinâmica.

E antes de ser ação e dinâmica ela é poder e potência sobre si mesma. A essência é o poder, pois em cada fase só há poder.

O PODER É A REALIDADE.

O poder divino dá vida e poder ao ser vivo.

O poder divino dá eternidade à alma e ao espírito.

Poder divino desenvolve, estrutura o cosmo e evolui a matéria.

O poder estrutura a mente, a razão, o eu e a personalidade.

O poder estrutura a realidade e o mundo.

O ser é o poder, pois o poder é o agente fundamental da realidade.

O poder é a essência primária e o fundamento de ser realidade, e ter em si o poder de transcender em direção a eternidade.

A realidade é poder, pois em tudo há poder, em cada componente ou em cada passagem para outra fase ou outro estágio de ser realidade.

O poder enquanto realidade transcende para se eternizar.

O poder é racional, isto se constata no poder vital e no poder divino. Pois sempre caminha em direção a perfeição e a harmonia eterna.

PODER E INTERAÇÕES DE ENERGIA.

O poder e a energia se processam numa interação de energia e condições cracionísta e de energia alcançada de um para o outro. Uma célula recebe parte de hormônios e componentes metabolizados e energia processada por outra.

O mesmo acontece com trocas e interações de energia nos astros e componentes químicos, assim, o universo e a realidade são na verdade uma aglomeração de varias coisas, uma agindo e atuando sobre a outra. Isto também encontra se na razão, na cultura e na sociedade.

O poder produz a realidade e a realidade se processa por trocas, produção e interação de energia e de valores alcançados.

Assim, a realidade é poder e interação entre fases da realidade já desenvolvidas.

O cosmo, a vida e o homem não são obra do acaso.

A mente é uma construção da vitalidade para trabalhar para o funcionamento da vida, e é mais uma ferramenta.

O corpo possuí sua mente vital.

O ser vivo é produto da vontade e do aprimoramento vital e não de espécies.

As espécies são uma conseqüência deste aprimoramento.

A realidade é Deus e o poder, pois só o poder superior teria capacidade para construir todo este cosmo com tanta multiplicidade.

O mundo não possui alma, mas sim possui Deus – Deus é a alma do mundo.

O ser é Deus.

A realidade é o poder.

O mundo é o que sofre a ação do poder.

O poder se divide em supremo e divino, sobre o real, e vital e cósmico.

O homem é parte do mundo e vontade criada por Deus.
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O objetivo é a construção do bem, da vida, do poder e da eternidade.

O poder é o imaterial que age sobre a materialidade.

A razão se divide em divina, vital, cósmica, biológica e racional.

Assim temos três mundos, 1 - o supra real e supremo que é o divino, 2 - o real estruturante e invisível que é o poder, 3 - e o real materializado que é que sofre a ação das outras duas formas de realidade.

O mundo é objeto de uma programação e de um objetivo a ser alcançado, que é a vida, o bem e a harmonia na eternidade.

SOCIOLOGISMO VITAL, EXISTENCIALISMO E RACIONALISMO VITAL.

São as potencialidades vitais e necessárias para a formação vital e funcional da vitalidade que determina o alcance e limite da racionalidade e da existencialidade.

SER TRANSCENDENTAL. TRANSCENDENTALISMO.

O ser é um processo transcendente de poder e direcionamento, logo, o ser não existe em si, nem em devir, pois ele é na sua essência de ser é não ser.

E o ser é o conjunto de bilhares de seres transcendendo em outros, isto se confirma nas funções dos orgânulos celulares, onde infinitas células e infinitas funções que transcendem em outras para forma um ser, logo o ser não é uno e não é ele, mas sim poderes e infinitas funções e direcionamento na produção de um ser.

Logo, o ser vivo também é um ser múltiplo, de infinitas funções, poderes e direcionamentos.

Logo, o homem não é um homem, mas infinitos homens num só. O homem é infinitas transcendências de fases e processos, poderes e vontades, organizações e direcionamentos em fases e intensidades e funções diferentes formando o que chamamos de ser humano.

Logo, o ser é transcendental e nunca chega a ser o que achamos que é. Logo, o ser é infinitamente múltiplo e transcendente, nunca chegando a ser um só, e o mesmo se dá com a realidade.

Se falarmos que a realidade é uma célula, ou função ou transcendência, verá que a célula é composta de infinitos orgânulos e infinitas transcendências e funções.

Com isto se conclui que a realidade é infinita e o ser nunca é, nunca foi ou será uma realidade em si. Porem é enquanto poder.

Isto também ocorre com a questão biológica, em que o ser vivo são infinitas fases transcendentais de processos e funções com poderes e direcionamentos.

DEUS SER IMUTÁVEL.

Deus transcende no tempo e no espaço, na matéria e na mente, na vida e no espírito, no mistério e no poder, porém não transcende sobre si, não sua essência fundamental e de ser, pois ele em si é intranscendente, imutável, não é processos, mas sim poderes e ações sobre poderes, sobre a vida, o universo, a mente e o espírito e a racionalidade.

SOBRE O NADA E O TUDO.

O tudo só é o tudo em função do o nada, e vice-versa, porem o tudo possui a identidade de ser o tudo, como o nada, assim nada e tudo existem como fundamentos de si, e como referencia um do outro. Assim o tudo é o tudo e o nada é o nada, e o tudo é o tudo por ser em si e existir o nada.

Porém o nada só existe como referencia para o tudo, pois o nada em si não existe e não é realidade.

Não existe o nada de alguma coisa, pois nada é nada e não é realidade, muito menos em si.

A REALIDADE É PODER, MILAGRE E MÁGICA.

A realidade não é regida por movimentos dialéticos, processos físicos, químicos e estruturais, mas sim por poderes divinos, espirituais, almados, vitais que faz com que a realidade avance e se aprimore sempre em direção à perfeição, mas nunca como um ciclo, mas uma reta em direção a perfeição através do aprimoramento.

A realidade é com uma mágica onde tudo pode aparecer, pois é o invisível que rege o visível, ele está ali e não é notado ou sentido, o próprio sentido não sabe da sua existência, apenas existe, porem é regido por poderes divinos e mágicos. Pois dá onde nada existe tudo pode surgir, como milagres, novas formas de vida.
Postado por ancelmo às 01:18 0 comentários
9 Fevereiro, 2009 às 7:12 am

POSTADO POR ANCELMO ÀS 09:40 0 COMENTÁRIOS
SEXTA-FEIRA, 6 DE FEVEREIRO DE 2009
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PRIMEIRO SISTEMA FILOSÓFICO GRACELIANO CRACIOLÓGICO.
primeiro sistema filosófico graceliano craciológico.



http://letsrider.com/blog/quinta-teoria-da-astronomia-graceliana/
http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=29475
http://astronomiagraceliana.blogspot.com/
POSTADO POR ANCELMOÀS 01:490 COMENTÁRIOS
FILOSOFIA CRACIOLÓGICA GRACELIANA.
PRIMEIRO SISTEMA FILOSÓFICO GRACELIANO CRACIOLÓGICO.
Vitalismo, divinismo, lógica racional vital.
Divinismo - filosofia graceliana.
Sistema filosófico fundamentado no poder.
FILOSOFIA - CRACIOLOGISMO.
Autor. ANCELMO LUIZ GRACELI.
ancelmoluizgraceli@hotmail.com
Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.
Endereço. Rua Itabira, número 5, Rosa da Penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.
Colaborador. MÁRCIO PITER RANGEL.
Trabalho registrado na Biblioteca Nacional.
As teorias de biologia e psicologia craciológica graceliana complementam este sistema filosófico.
DO QUASE NADA TUDO PODE SURGIR – EXCETO DEUS. POIS É O ÚNICO ABSOLUTO.

A REALIDADE É PODER.
Poder divino.
Poder cósmico.
Poder térmico.
Poder vital e biológico.
Poder psíquico. E mental.
Poder racional.
Poder espiritual.
A REALIDADE SE PROCESSA ATRAVÉS DE.
Projeto e poder de Deus.
Poder interno da própria realidade.
Essência, consistência, e vontade.
Transcendência e perfeição.
Progresso e poder.

TRANSCENDENTALISMO INFINITO.
O poder vem substituir o espírito, a mente e a matéria que já foram tão discutidos dentro da filosofia e outras formas de pensar.
E A TRANSCENDÊNCIA VEM SUBSTITUIR O SER INABALÁVEL E FIXO, onde o ser e a realidade nunca chegam a ser na sua essência e natureza.
Pois TRANSCENDENTE SÃO INFINITOS em varias fases e intensidades e sempre mudando e se aperfeiçoando.
Logo, o ser nunca chega a ser uno, como uma só coisa, mas é o conjunto de várias. Assim ele é transcendentalmente infinito e com infinitas intensidades de ação, poder, e processos.
A PRÓPRIA TRANSCENDÊNCIA PASSA POR ESTA VARIAÇÃO INFINITA. Logo, o ser uno é o ser transcendente e infinito. Pois todo ser é composto de partes diversas e universais.
Logo, A REALIDADE NUNCA CHEGA A SER, pois ela sempre se encontra em varias fases, e vários estágios de mudança.

CRACIOLOGISMO CÓSMICO TRANSCENDENTAL.
O homem é um ser existencial cósmico constituído de poder, vida, mente e espírito.
O COSMO É REGIDO PELO PODER DE DEUS SOBRE A ENERGIA DO ESPAÇO DENSO EM CONSTANTE CONSTRUÇÃO.
A REALIDADE É CONSTITUÍDA DE PODER TRANSCENDENTAL de ação de um sobre o outro numa interatividade de construção, desconstrução e transcendência. Onde em tudo há o poder de Deus. A realidade é o poder transcendental.


A REALIDADE É CONSTITUÍDA DE CINCO ELEMENTOS BÁSICOS FUNDAMENTAIS.
Deus, espírito, poder vital, vida.
E espaço denso – onde a matéria e os astros se fundem.

O homem é um ser existencial cósmico constituído dos quatro componentes básicos do cosmo e de poder transcendental.
Assim temos Deus, cosmo, força e poder transcendental, e os quatro elementos – e o homem ser transcendental e existencial é parte deste cosmo de poder espiritual e transcendental.
O poder transcendental tanto há na força cósmica do espaço denso e na força cósmica espiritual, onde ocorre a interação transcendental.
O ser nunca é o nada, pois ele é sempre alguma força, algum poder ou alguma transcendência.
E o ser é um estágio em si de aprimoramento existencial e transcendental.
Logo o ser é um ser de poder, e o homem é este ser de espírito, de vitalidade, e componente cósmico transcendental.
A realidade é o poder.
Pois o poder é ação sobre a ação.
É poder de transcender, de eternizar-se.

E O SER É O PODER.
O poder do criador sobre a vida e sobre o universo.
O poder psíquico sobre a vida e a mente.
O poder vital que cria a mente e a vida e os sentimentos, sentidos e a racionalidade como uma construção e ferramenta da vitalidade no ser vivo para trabalhar em função da própria existência do ser vivo.
O PODER É A POTENCIALIDADE INSERIDA NA VITALIDADE.
O poder do criador é o poder primário de onde tudo vem e tudo toma forma e estrutura de poder, vida e universo.
O PODER AGE NA CONSTRUÇÃO DA VIDA, DA RACIONALIDADE E DA REALIDADE.
A racionalidade é um mecanismo produzido pelo poder vital para agir na construção da vida e na permanência da sua existência.
Logo a existência é a priori, na realidade da vida.
Não é o homem que existe, mas sim a vida nele inserida, pois ele é só um estágio do poder transcendental da vida e da realidade.
O homem, a racionalidade, a mente, a lógica não é o ser.
O ser é o poder que constrói a vitalidade e existe nela inserida, que forma o homem e a racionalidade.
O homem e a mente são o conjunto de fenômenos e poderes que acontece em um determinado espaço.
LOGO, EXISTIR É UMA FACULDADE E UMA QUALIDADE DA EXISTÊNCIA DO SER VIVO.
Como também a racionalidade é mais uma destas ferramentas existenciais da vida e do poder vital na construção da realidade pelo poder.
A racionalidade também é vital inconsciente, ou biológica inconsciente, os órgãos e metabolismo do ser funciona na sua essência natural e mecânica inconsciente de ser. E isto é uma forma de racionalidade.

A RACIONALIDADE NATURAL PODE SER DIVIDIDA EM.
1- VITAL TRANSCENDENTAL, onde a vitalidade trabalha em função de transcender a vida pelos descendentes, aprimorando a reprodução, genética e formas de metabolismos.
2- Vital Metabólica, onde o ser vivo metabolisam para se manterem, e a sua própria vida e existência.
EXISTENCIALISMO TRANSCENDENTAL.
A existência possui uma existência a priori por ser parte de um encadeamento de processos vitais e transcendentais, o homem é parte desta realidade.
Logo, SER E EXISTIR É TRANSCENDER NA REALIDADE e não no tempo ou no espaço.
Assim, a realidade existencial é um tudo, não é o homem que existe, mas sim a realidade em que ele está inserido e que está inserido nele.

A REALIDADE E O ABSOLUTO.
Vê-se que a vitalidade produz a existência quando vemos que os sentidos dão prazer à vida, e VIVER É SER PARTE DA OBRA DO CRIADOR. Existir é viver, e a vida é a obra do criador.
E o poder da vitalidade mantém a vida e o espírito.
LOGO, SER NUNCA É SER NADA, POIS SÓ PELO FATO DE EXISTIR JÁ ESTÁ FAZENDO PARTE DO UNIVERSO DE PODER QUE VEIO DE DEUS.

A REALIDADE POSSUI DUAS FORMAS DE EXISTIR.
A PRIMEIRA.
A divina e de puro poder, de agir de transformar, absoluto em si, inabalável e intranscendente.
A SEGUNDA.
Também de poder, de forma, matéria consistência, espírito, alma, vida e vitalidade, razão e emoção, transcendente e transcendentador, transformado e transformador.
É ação sobre si mesma, não é dialética apenas transcendente sobro si mesma e esta é a essência de si – que é a de alto processar-se transcendendo sobre si mesma.
Não existe no tempo e no espaço, mas sim existe com fazes e estágios transcendentais de alto produzir-se em realidade dentro de si mesma.
Não está num local, mas sim o local é ela, ou seja, a realidade não se processa no espaço, mas sim nela mesma, e ela é o inicio, o meio e a eternidade de si mesma. Pois ela é a transcendência de si sobre si.
ELA É O SER QUE NUNCA CHEGA A SER UM SÓ. POIS ELA É VÁRIOS. E NUM MESMO TEMPO E ESPAÇO COM VÁRIOS ESTÁGIOS E CONDIÇÕES TRANSCENDENTAIS.
ELA É ESTÁGIOS E UM TODO, O TODO É O INICIO, O MEIO E A ETERNIDADE.
Ela não se processa através de causa e efeito, mas sim de poder estruturador sobre si mesma, pois se perguntar o que faz a vida ser o que é – são os poderes divinos e vitais.
A vida é um fenômeno de poder e transcendência com objetivo pré-determinado que produzir o ser vivo como forma de realidade e ser vivo transcendente de poder.
Assim a segunda realidade não vai em direção a um absoluto, pois o absoluto só há um - Deus, e já é a primeira realidade inabalável e intranscendente, improcessual e sem consistência, ele é que age sobre a segunda realidade, e a segunda realidade nunca chegará a ele.
E a segunda realidade possui como essência transcender e alto processar-se para manter-se realidade na sua essência de ser.
Vê-se assim que a realidade não é como coisa, pois coisa é matéria e poder não é matéria e nem fenômeno, ele é apenas ação direta sobre a realidade, como a divina sobre a realidade, ou a ação direta e transcendente sobre si como a segunda forma e essência de realidade.
Assim, o homem e a racionalidade não caminham em direção a um absoluto, pois o absoluto é o intranscendente, inabalável – que é Deus, e que surgiu e deu condições ao transcendente de existir. Ele está além desta realidade, pois age sobre ela.
Porém o homem e a racionalidade caminham em direção de uma perfeição, que é uma vontade do ABSOLUTO.

ASSIM PODEMOS DIVIDIR O COSMO.
EM PODER DIVINO E PODER TRANSCENDENTE.
Realidade estrutural e consistente, onde se encontram as formas, a matéria, o espírito, a alma, a vida, a razão, a emoção, os fenômenos e a realidade de causa e efeito.
Assim, a realidade não caminha em direção a um absoluto, mas sim caminha em direção a perfeição e a harmonia, isto se vê no cosmo e na biologia e vitalogia, como também no racionalismo e na sociedade. Ela transcende para aperfeiçoar-se.
Pois, o absoluto é Deus e ele já é poder inalcançável e de ação sobre as outras formas de realidade.
A REALIDADE EXISTE DENTRO DE SI MESMA.
A realidade é um encadeamento de ação de poderes agindo sobre si produzindo a realidade estrutural e fenomenal.
E é um avançar progressivo de poder, ação, fenômenos e estruturalizações.
Ela é um avançar aperfeiçoativo, porém sempre será a própria realidade, existindo dentro de si mesma, e agindo sobre si mesma e é o que faz com que a realidade seja o que é.
E se ela EXISTE DENTRO DE SI MESMA ela não existe no espaço e no tempo, mas sim dentro da ação do poder e da fenomenalidade do seu ato e ação de ser.
PODE-SE DIZER QUE ELA NÃO CHEGA NEM A SER CAUSA E EFEITO, pois ela é uma sucessão e intercalamento de ação de poder e fenômenos.
Que quando um chega a ser o outro já deixou de ser. Pois são vários estágios em varias estruturações, e vários caminhos e direções. Pode dizer que ela não faz parte de uma dialética.
Logo a realidade não vai em direção a um topo, um absoluto, pois ela é sempre será a sua forma de ser, poder, ação, processos, e fenômenos. Porém vai em direção a uma perfeição.
A realidade é e se desenvolve através dos elementos fundamentais da própria realidade, poder e fenômenos.
Ou seja, não se desenvolve através dos opostos em direção a um uno ou síntese, ou mesmo categorias, mas sim se desenvolve através da ação do poder e do desenvolvimento dos fenômenos produzidos pela ação do poder. E estar em desenvolvimento é estar em uma própria condição natural.
Porém o poder divino é intranscendente, pois é a própria superioridade, é o topo, é o absoluto.
Já o poder que age sobre a realidade se aperfeiçoa e se modifica acompanhando o desenvolvimento da própria realidade. E estar em desenvolvimento já é uma condição natural de si.

O PRINCÍPIO DA IDENTIDADE DA REALIDADE.
O princípio da identidade da realidade é a sua condição natural de ser ação de poder e ação de desenvolvimento de seus elementos naturais.
A realidade não existe no outro, pois toda forma de realidade é uma forma sua de ser e sobre existir, ou seja, a realidade do conhecimento e racionalidade é uma realidade enquanto se processa como racionalidade, mesmo recebendo elementos de fora do cérebro.
Aí neste ponto a realidade torna-se duas – uma enquanto fenômeno fora da mente e outra enquanto racionalidade.
TEM TRÊS FORMAS DE IDENTIDADE.
1-a absoluta e intranscendente,
2-a em si processual.
3-e a em si racional.
Sendo que a racionalidade é um desenvolvimento e estágio mais desenvolvido da realidade.

A IDENTIDADE NO CONHECIMENTO.
A realidade é o que está se processando, e não no futuro, pois é no presente que está a identidade. Pois no outro já saiu de si, e está em outra fase, outro estágio, tempo e espaço, e é outra essência, e deixa de ser ação própria para ser no outro.

A identidade marca o conhecimento no outro, mas como forma de fenômeno em si.
Logo o conhecimento do fenômeno fora de si é outra coisa.
Porém o conhecimento como fenômeno, a identidade, o ser, o absoluto como forma de ser presente, a realidade e o em si do desenvolvimento são formas de ser absoluto.
O absoluto neste caso é ser em si mesmo sendo transcendente.
TEM-SE TRÊS FORMAS DE SER.
1- ABSOLUTO INTRANSCENDENTE, INABALÁVEL, INALCANÇÁVEL, INICIO MEIO E FIM. SEM CAUSA E EFEITO. QUE É DEUS.
2- ABSOLUTO EM SI, mesmo sendo transcendente, que são os fenômenos.
3- E ABSOLUTO EM SI E NÃO ABSOLUTO EM SI. Que é a racionalidade, pois enquanto fenômeno em si é uma condição. E quando vista de outra condição é o existente do outro. É um registro racional e lógico do que acontece fora dele. Ou seja, existe em função e em condição do outro.
Porém existe condição e função de si mesmo. Logo, neste ponto a racionalidade é vista nos dois estágios.
Mesmo sendo transcendente a realidade é uma condição absoluta, pois transcender para aperfeiçoar-se é a essência primordial da realidade, de estar se transformando para ser outro, porém o outro não é ela ainda.
Ser é ser enquanto em si, onde atravessa a passagem para ser outro, e ser nesta condição transcendente aprimorativo é uma condiçao natural e da essência da própria realidade, e isto é identidade. Mas sim de ser em si como passagem para outro.

A REALIDADE, O BEM E O MAL.
A realidade não se dá em unidade, mas sim na multiplicidade e interacidade de ação e reação. Na diversidade dos elementos fundamentais a realidade se estrutura em um atuando sobre si, e o estar em desenvolvimento que caracteriza a realidade e o conhecimento.
Deus e os espíritos são partes do universo da realidade, pois o bem não é uma coisa só, sou divergente e concorrente.
O mal nunca poderá atingir uma fatia do bem para produzir uma síntese ou unidade, essência ou realidade.
Pois o bem sairia de sua condição real e existente em si e a sua absoluta e plena essência de ser o que é – O BEM SUPREMO POR SI PRÓPRIO.
E neste ponto a dialética falha, pois o bem não precisa do mal para existir, pois bem é bem e mal é mal.

DEUS E A REALIDADE.
No mundo da realidade, apenas há transitoriedade no deixar de ser em si, porém para ser outro, e enquanto ser em si é realidade, pois absoluto só Deus e o seu poder.
Por que Deus é intransitório, pois não transcende, já é absoluto em si e com o seu poder sobre a realidade.
Logo a substancia fundamental e intranscendente da realidade é Deus com o seu poder, e o projeto do mundo é a vida e o bem na harmonia e unidade da multiplicidade da diversidade.

ASSIM TEMOS QUATRO PRINCÍPIOS DA IDENTIDADE.
1-Um inabalável e absoluto em si, de ação de poder sobre a realidade – Deus.
2-Outro, de poder de ação estruturante sobre a realidade, como poder vital e energético.
3-Outro, em si do fenômeno como e enquanto coisa em si.
4-Outro, a condição transitória e aperfeiçoativo da realidade, mas nunca deixando de ser realidade transcendente.
REALIDADE E HARMONIA.

A realidade é o estar em harmonia do desenvolvimento num só ritmo sem atropelos, pois uma coisa que é depois não é foge o princípio da identidade.
Pois a essência da realidade é a harmonia e o desenvolvimento harmônico da multiplicidade da diversidade, onde a felicidade, o amor, o bem e a fé, o homem, a vida, e o poder divino se mantém vivos na própria realidade e é a realidade.

A UNIDADE E A ORDEM.
A unidade, a ordem, o absoluto, o bem e o belo estão na harmonia do estar sendo desenvolvido na unidade da multiplicidade da diversidade, na interatividade da ação do poder sobre os elementos da realidade e em suas potencialidade de desenvolvimento, sem atropelos e revoluções e também o não ser que poderá a vir a ser.
Ou seja, a realidade não está no que está para vir a ser no processo e na sua fase final, mas sim, está na harmonia de estar sendo naquele momento de realização de desenvolvimento na diversidade dos elementos fundamentais.
Sendo assim, o real e o estar em harmonia de desenvolvimento e aperfeiçoamento, sem atropelos e revoluções de opostos e contrários, de tese, antítese e síntese, num processo dialético.
Pois o bem nunca terá o mal para formar uma unidade, o espírito sempre será o espírito e a matéria sempre será a matéria, e Deus sempre será inabalável e intranscendente.
Logo dois contrários não existem em função da produção da realidade.
POIS A REALIDADE É UMA PRODUÇÃO E DIRECIONAMENTOS DE PODERES.

HARMONIA DE PODER E INTERATIVIDADE.
Pois, ocorre que a realidade é uma interatividade de ação de poder sobre a realidade e é em si uma parte da realidade, enquanto a outra parte sofre a ação como interatividade e unidade da multiplicidade da diversidade. Ou seja, A ESSÊNCIA DA REALIDADE É SER HARMONIA DE PODER, DE AÇÃO E DE INTERATIVIDADE.
A característica fundamental do mundo e da realidade é aumentar a interatividade da diversidade, como de duas cores chegarem a milhares de outras e não uma só.
Vê-se que um ser é composto de milhares de células, cada uma com a sua funcionalidade, e cada célula poderá transmitir vida a novos e diversos seres.
E isto tem vontade e direcionamento de poder no comando desta realidade.

CATEGORIAS DA REALIDADE.
1 - DE PODER E AÇÃO, Deus e poder cósmico, energético, vital e espiritual.
2 – DE AÇÃO, de potencialidade e interatividade, que agem sobre o funcionamento e dinâmica estrutural da realidade.
3-DE DIREÇÃO À HARMONIA CÓSMICA na unidade da multiplicidade.
4- OS DE TRANSFORMAÇÃO são os processos que agem sobre a dinâmica da realidade.
5- OS DE ESSÊNCIA PURA são os espíritos do bem, Deus, o ser humano,
6 – OS CONCRETOS é a matéria, a mente, o homem.
7- OS TRANSCENDENTES são a condição do deixar de ser da realidade.
8- OS RACIONAIS. Como fenômenos em si e como representação da realidade do mundo externo.

COMO A REALIDADE SE APRESENTA.
1-Poder divino e poder vital.
2-Na matéria ocorre a estrutura e transcendência dos fenômenos, porém não é o fenômeno, só é fenômeno enquanto coisa em si na sua essência de ser.
3-O poder divino, o cósmico, o vital e potencial é o agente da ação sobre a realidade.
4-A transcendentalidade é a dinâmica e essência da realidade de se processar e desenvolver-se.
5-O espírito compõe a existência humana.
6-A mente é uma construção do poder divino e do poder vital.
7-A razão natural e vital é parte da vida do ser humano, pois é a razão vital que compõe o poder e a ação da produção da vida, da psiquê e da própria racionalidade e emoções.
Como já foi esboçado, existem várias formas de racionalidades, como a vital, a psíquico orgânico, mental natural, mental racional e mental emocional e sensitiva. E natural espiritual.
8-O SER HUMANO É PODER VITAL, ALMA E ESPÍRITO, CORPO E TRANSCENDÊNCIA.

A REALIDADE SE PROCESSA E TRANSCENDE NELA MESMA.
A realidade não ocorre no tempo ou no espaço, mas sim nela mesma agindo e se estruturando, onde ela produz o ser, a vida, o homem, a mente, a racionalidade e sentidos e emoções.
Pois ela é na sua essência a sua própria construção e transcendência num processo de desenvolvimento.
O poder é o agente da ação da transformação, é onde está a potência para transformar e fazer ser a realidade. E o ser é o poder nas suas várias formas de ser, como o divino, o cósmico, o vital, o psíquico e o transcendental.

O PODER É O AGENTE DO AMOR E DA FELICIDADE.
Assim temos, poder, matéria e espírito, vitalidade e psiquê, ser e homem, transcendência e transformação.
A raiz da realidade está fora do homem.
A realidade não possui a sua raiz e fundamento na idéia, ou no racional, ou material ou espiritual, ou no fenomenal, mas sim a sua raiz e essência fundamental são o poder.
O poder divino, inabalável e intransformável, porém transformador.
O poder energético e cósmico.
O poder vital, psíquico racional e emocional.
E o poder espiritual, do poder transcendental.
Logo a realidade está além do homem, das idéias, da racionalidade, da matéria, do tempo e do espaço, da causa e do efeito, da tese e antítese, dos contrários e da dialética.
Ou seja, não está no homem, esta fora dele e ele é produto e componente [parte] desta realidade.
O homem não está na realidade, mas sim a realidade está nele, ou seja, o homem não é o homem, mas sim a realidade é o homem e a sua própria racionalidade.
Logo, o ser não é o homem, mas é a realidade inserida de poder e direcionamento.

O BELO É A HARMONIA,
A harmonia das cores, dos sons, das formas, dos amores, da felicidade, da existência, da transitoriedade, da natureza, da racionalidade. Logo a estética é a harmonia criada pelo poder supremo e divino que age sobre o cosmo.
EXISTIR É SER PODER.
Todo ser que existe, existe como forma, essência, e transcendência de poder, logo existir é o tudo, e é ser parte de um universo imenso de interatividade de poder e fenômenos, se transformando e deixando de ser para perpetuar a harmonia e a eternidade através dos poderes.
A realidade se produz sobre si mesma através da ação de poderes divinos, cósmicos e vitais e de sua condição enquanto realidade. Logo a realidade é ação em si e sobre si, dirigida por poderes.
É a unidade da ação do poder na produção da multiplicidade, do um que age e produzem os vários, e a multiplicidade na produção da unidade, como as células que produz o homem e todos os seres.

TEORIA DO CONHECIMENTO.
O mundo dos fenômenos, dos objetos, dos valores das mudanças é que moldam a mente.
E a mente passa a ser uma reflexão e representação lógica das imagens moldadas pelo mundo externo, porém segue os limites da mente, da psiquê e da racionalidade lógica de imagens.
E a lógica da mente obedece a ordem dos objetos, fenômenos, valores e suas mudanças.
A própria lógica da mente é um fenômeno natural e coisa em si, ou seja, o objeto é que molda e estrutura a mente e que deste molde vai ser as imagens lógicas e racionais como forma de conhecimento, e não a mente constrói um mundo próprio e particular.
O mundo inteligível é uma representação do mundo natural, que representa o mundo como forma de conhecimento conforme as suas potencialidades e desenvolvimento.
Porém a mente é uma produção do poder divino e vital, ou seja, a realidade se dá por condições de poder.

IMAGENS E CONHECIMENTO.
O conhecimento ocorre por via de imagens; imagens em si de objetos fenômenos, imagens recebidas pelo cérebro, imagens racionais e lógicas, e imagens imaginativas.
No conhecimento a coisa concreta é apenas o conhecimento enquanto ser em si, neste ponto o conhecimento é uma coisa concreta e em si, porém do mundo dos objetos é apenas imagens e no conhecimento o mundo concreto não existe como coisa em si, pois é outra coisa, se encontra em outro tempo e em outro espaço.
As qualidades adquiridas pelos sentidos e racionalizadas pela lógica da mente como imagens lógicas, são os objetos e os fenômenos em si, ou os já adquiridos pela mente e processados pela lógica racional.
Assim, conhecimento é um fenômeno concreto, porém é feito de imagens adquiridas de coisas concretas externas, porém cada um na sua forma de ser.


CONHECIMENTO IMAGINATIVO E NATURAL.
O imaginativo junta as imagens e forma outros resultados com o que já acumulou do mundo externo.
RACIONALIDADE LÓGICA REVELADA.
E o conhecimento natural é quando a mente trabalha sozinha e traz o resultado pronto, num lampejo é revelada a consciência pelo inconsciente de algo novo e estruturado pela própria racionalidade lógica e vital da mente.

RACIONALISMO INCONSCIENTE.
NATURAL, MECÂNICO, E RACIONAL.
Uma das vias da produção do conhecimento é uma lógica natural e inconsciente do cérebro, que produz um raciocínio lógico e que nos chega pronto sobre um assunto qualquer, que são sintetizados pelo cérebro.

RAZÃO PSÍQUICA.
Os processos físicos dos neurônios forma imagens racionais e lógicas de um mundo de imagens concretas externas ao cérebro que são sintetizadas pela mente humana, porém este processo de produção de conhecimento é de interesse extremamente psíquico.
O ser e a realidade também é o conjunto e a relação do mundo concreto com o mental e psíquico, que forma uma outra realidade – o conhecimento lógico e racional.
E conhecemos através do poder racional desenvolvido pelo poder vital.
E que forma o sujeito, a mente e o ser.


SOBRE A ESTÉTICA.
Vê-se que a estética também é esta relação transcendente de um mundo para outro, que é o mundo racional e psíquico em direção a perfeição, a harmonia e o belo.
Na estética vê-se que a sociedade também sempre caminha em direção a harmonia e tem como parâmetro o mundo concreto, racional, psíquico e valores desenvolvidos pela sociedade em direção a harmonia e o bem viver.
A ESSÊNCIA DA ESTÉTICA ESTÁ NO PRAZER DA EMOÇÃO AO SENTIR O BEM REFLETIDO PELO BELO NO MUNDO DAS CORES, FORMAS E SONS.
A estética é a ciência do prazer da emoção, onde o de fora atinge o mundo de dentro do prazer emocional para se tornar realidade do prazer, logo prazer e estética é o mesmo.
Ou seja, uma tela de cores e luz só se tornará realidade estética quando num mundo emocional e no momento absorvido por uma pessoa ou animal, no caso a música.
Assim, a realidade que a arte deve atingir para ser estética não está inserida no tema da realidade pintada, mas sim no ser dos sentidos, razão, emoção, e estágio psíquico que tornará a obra uma realidade estética.
Também a estética acompanha elementos de produção, mundo do produtor e mundo do observador no seu estagio de desenvolvimento psíquico e absorvedor.
Como capacidade de sentidos, razão, e emoção que já alcançaram um estágio para tal observação, assim a estética se tornará real e até um ser, do contrário, por mais lindo que seja, será apenas mais um objeto no espaço e no tempo.
Como foi visto a estética acompanha o conhecimento, pois ela se estrutura a partir dos elementos dos objetos, cores, formas e sons cheiros e sabores captados pelos sentidos e assimilados pela racionalidade, emoção e desenvolvimento psíquico.


EXISTENCIALISMO.
EXISTIR É SER ESSÊNCIA.
O nada não existe, pois tudo tem a sua essência de ser, como o cosmo, o poder, os espíritos, a vida, o espaço, o ser a realidade, a racionalidade, e a transcendência.
Até o que deixou de ser e existir marca a sua existência e essência na transcendência da vida, e mantém a característica nos outros, no caso os filhos que leva a genética, os ensinamentos éticos religiosos, o amor.
Assim existir é ser essência mesmo se for só num estágio existencial e transcendental, sendo vencedor ou perdedor, eterno ou limitado, nascer já é uma dádiva, viver outra, ser feliz e transcender para os filhos mais ainda, reconhecer Deus como criador a existência torna-se absoluta a existência.

A ESSÊNCIA DA VIDA NÃO É A CONCLUSÃO DA VIAGEM, MAS A PRÓPRIA VIAGEM.
Deus não construíria o mundo para ser um nada, e o homem é um universo de poderes e fenômenos, e um estágio dá existência do universo de Deus.
O INVISÍVEL SOBRE O VISÍVEL.
A realidade se processa com o invisível sobre o visível, o poder sobre a matéria, o poder transformador sobre a transcendência e os processos.
A realidade é o poder sobre o vir a ser, é o que leva o vir a ser a torna-se uma forma única e essencial de realidade.
Ou seja, a realidade é ação de poder agindo sobre a fenomenalidade da materialidade. E que estrutura e da forma a realidade, enquanto produz vida e anseios no ser.

A REALIDADE PODE DIVIDIR-SE EM,
1-Poder agente primeiro, que age sobre os fenômenos da matéria, da vida, da mente e da racionalidade.
2- fenômeno agente secundário é contido de poder e sua transformação altera a natureza da matéria.
3- matéria sofre a ação do poder e do fenômeno.
4- mente e vitalidade, outra forma de realidade, que não é matéria e sofre a ação do poder e do fenômeno.

TIPOS DE REALIDADE.
1- De poder, como o divino e criacionista, o vital, o psíquico, o racional e o cósmico energético.
2- De fenômenos, como a transformação que age mudando e leva a transcendência. Num eterno vir a ser em direção a perfeição, mas não em direção ao absoluto, pois o absoluto é Deus, inabalável e intranscendente.
3- de matéria e energia, onde substancializa e produz a estrutura densa e realidade materializada e energetizada.
4- De espaço denso, fonte primária e fundamental da materialidade.
5- de fenômenos em si, os fenômenos é que sofrem a ação do poder sobre si, e onde ocorre a transcendência para o vir a ser em direção a perfeição.
6- e poder em si como no caso da vitalidade, vida e fenômenos de ação psíquica, racional e emocional.

FORMAS DE REALIDADE.
A realidade estruturante é o poder, o poder divino, cósmico, energético, vital, psíquico, e espiritual.
A realidade estruturada é a materialidade e fenômenos que sofrem a ação do poder, ou seja, a essência da realidade é o que não aparece, quando aparece é em cima de alguma substância ou fenômeno.
Pois no poder está a produção estruturante da realidade, como a vida que advém do poder divino, poder vital e poder espiritual.
O mesmo acontece com a psiquê e o eu na psicologia, e aí está inserido a realidade em potencialidade que sentimos, não possui massa ou matéria, não possui mente determinante de sujeito e objeto, não possui espírito, nem é dialético, não se processo em causa e efeito.

PODER SOBRE PODERES.
Não está num espaço e num tempo, não faz parte de ser ou não ser.
Pois tudo se estrutura através de poder e poder sobre poderes, onde a própria realidade de fundamentos é em si potencialidade de poder, onde tudo brota, onde faz tudo vir a ser.
É a essência absoluta da realidade na sua ação transformadora de ser e agir, não é dialética, pois é intranscendente e inabalável.
Toda forma de realidade não caminha em direção a um absoluto, pois o absoluto é o poder divino, estruturador primário e fundamental, intranscendente e inabalável, logo se não se transforma não caminha em direção a um absoluto, pois já é por essência e natureza absoluto em si.
Os outros poderes cósmicos, energéticos, vitais, psíquicos e racionais se aperfeiçoam, mas nunca chegarão ao absoluto, pois sempre serão agentes transformadores, mesmo sofrendo mudanças e transcendendo.
A materialidade e fenômenos sofrerão a ação dos poderes, serão causa e efeitos, caminharão em direção a uma perfeição, porém nunca alcançarão o absoluto.
Pois o absoluto só é um. O poder divino. Primeiro e primário. Sem inicio e sem fim.
Logo, o ser é o que não transcende, ou seja, é o poder divino, pois só este é inabalável e estruturador, pois é por natureza e essência absoluto supremo.
Os outros poderes são seres transcendentes, enquanto a materialidade, o corpo, os fenômenos não são seres, pois apenas sofrem e são formas de substâncias onde os seres atuam e agem.
O conhecimento e a memória são uma forma de corpo sem substância, porém apenas como fenômeno que sofrem a ação do poder.
A vida por outro lado usa o corpo para se substancializar e transcender.
O poder não esta no espaço e nem no tempo, porque o poder está nele mesmo, e os fenômenos são estágios de sua forma de realidade, ou seja, os fenômenos são os seus próprios fenômenos, e estão instalados dentro deles mesmos ou numa substância e não em um espaço como referência.
Pois o tempo não existe como coisa em si, e o espaço não possui uma referência final no próprio espaço, logo o espaço não tem como referenciar ele mesmo.
Se perguntar onde está o cosmo, vai se responder está no espaço, porém onde está o espaço para o cosmo estar instalado, logo surge um enigma.
É preciso um fim para se referenciar qualquer coisa ou fenômeno.
O mesmo pode se dizer com a quantidade e intensidade de um fenômeno, ou mesmo com o tempo final e inicial dentro do cosmo, mesmo ele não existindo como coisa em si.
EXISTENCIALISMO NO PODER.
O mundo é poder e potencialidade estruturante por si mesmo, logo ele é bom, é como o rio que corre em sua livre correnteza.
A morte é o mal, é o rompimento da mágica da potencialidade da vida e da realidade.
O homem e o seu espírito são partes da realidade de poder divino e mágico sobre a vida, a felicidade, a existência e da vida no espírito na substância desenvolvida.
O poder não é inteligência, vontade, espírito, racionalidade, processos, fenômenos, dinâmica, dialética, matéria, mente, mundanidade, o poder mágico estruturante é o ser na sua forma meta real.
Onde tudo leva a brotar e advir no transcendente, onde leva a surgir os instintos, os sentidos, os sentimentos, emoções, e o conhecimento.
O poder vai além da evolução, porém a evolução é uma forma de realidade porque o poder aí está inserido.
Assim, a realidade é a natureza estruturante pelo poder, onde tudo leva a existir e transcender como a vida que é levada à morte, e é pela reprodução que o ser vivo morre e se eternizar pelos descendentes, mantendo o poder inserido no advento que surgiu dele, e a realidade continua na sua forma de ser se aperfeiçoando e se transcendendo.
Logo, qualquer forma de ser tem a sua função de existir e ser, logo não é o nada, mas sim, um tudo de poder, transcendência e eternidade.

O SER VIVO NÃO NASCE ELE É TRANSMITIDO, LOGO TRANSCENDIDO.
A vida é tempo sem fim.
É pedra, é água, é terra molhada.
É essência, é realidade deixando de ser.
É porvir.
Esperança, fé e felicidade.
É amor, é emoção.
É ser humano, é animal.
É ser e poder, é razão e ente.
É mágica e poder.
É transformação, é transcendência.
É espaço, é vazio e é cheio, é espírito e vitalidade.
É o poder divino.

SOBRE O PODER.
O poder não é um fenômeno, ou uma essência e nem é material, ou mental, emocional ou dos sentidos, ele está inserido em todas as formas de realidade e é em si uma realidade, o poder direciona o funcionamento dos fenômenos.
Pois é o agente de todos os fenômenos.
O poder transcende sobre todas as formas de realidade e é em si uma faculdade e uma potencialidade de agir, é através de onde tudo surge.
A realidade é poder e potencialidade inerente em todos os fenômenos e essências de ser, como mente vitalidade, racionalidade, sentidos e emoções.
O poder está inserido na construção do espírito e da alma, pois é da união de duas formas de vidas diversas que surge o espírito.
A realidade é o estar inserido de poder, para ser fenômeno e essência transcendente.
O poder de produzir transformação que é a realidade na sua forma de ação, não é a transformação, mas a transformação acontece por causa da ação do poder.
O poder é o que leva tudo a ser e a vir a ser como forma e essência de realidade, pois daí que surge a vida, a mente, o espírito e alma, a racionalidade, a emoção, e a psiquê natural que rege o funcionamento orgânico e metabólico do corpo vital.
Onde as espécies, a vida a realidade e os fenômenos e suas formas de ser surgem através do poder divino e do poder inserido.

AÇÃO DE PODER SOBRE AÇÃO DE PODER.
É o que não é visto, não é sentido, apenas é racionalizado, não se encontra no tempo ou no espaço apenas dentro dele mesmo, é ação de poder sobre ação de poder.
Deus é o agente primeiro do poder, pois é o intranscendente e inabalável, é a origem do poder e se é a origem do poder, logo é absoluto e supremo.
É de onde todo poder surge para tornar-se realidade e produzir realidade e seres.
O PODER NA BIOLOGIA.
Na biologia vê-se que a vida, e evolução, as espécies e novos surgimentos, emoções e sentidos, racionalidade e psiquê, o homem e a reprodução, e funcionamento da vida são produtos de um projeto dirigido por poderes, do divino ao vital e o psíquico, onde o ser vivo metaboliza e se transforma para manter-se vivo e eternizar-se através da reprodução.
Ou seja, os elementos da realidade são projetos e um desenvolvimento da própria realidade regido pelo poder em todas as suas formas de ser e existir.
E aí temos o poder primário do divino, para os outros poderes se fazerem realidade.
Ou seja, a essência primária da realidade não é a matéria, fenômenos, a mente, idéias como idealizou os gregos, ou o espírito, mas sim poder na sua forma fundamental de ser e reger todo universo. Onde transforma o mundo e faz a realidade tornar-se existente.
Não tem forma, densidade, fenomenalidade, não é psíquica, não ocupa lugar, não possui valores como referência, é só poder na sua essência de ser, onde só se vê o resultado surgindo, transformando, transcendendo, num devir, como num porvir da luz do Sol no outro dia.
Não tem duração, não é una e nem múltipla, é apenas poder inserido onde tudo é levado a ser.
O poder existe em cada célula, em cada fenômeno.
O ser vivo evolui pelo poder interno existente nos fenômenos e metabolizaçoes dentro das células.
E é a psiquê, emoções, racionalidade, direcionamento psíquico do funcionamento orgânico e celular que ocorre na produção de energia e sintetizações bioquímicas e psicofísicas nas células.
São fenômenos desenvolvidos pelo direcionamento e ação do poder vital que direciona todo funcionamento da vida, e isto é mágica do poder, e aí está a estética suprema, a harmonia, o belo em direção ao bem e a produção da vida.
Onde é mantido o sistema da realidade vital transcendente, brilhoso, cheiroso e belo na sua harmonia da unidade transcendental, onde o pequeno e micro são o agente do geral, universal e único, e o todo do micro.
Assim, o poder produz a vida, a vida, a evolução, e o todo se desenvolvem brilhante, cheiroso e faceiro. Cheio de vida para a eternidade.
Assim, a realidade de desenvolvimento da vida possui três ingredientes básicos.
O poder, a própria vida potencial de sintetização energética bioquímica e psicofísica e o todo da mágica do poder agindo incessantemente e infinitamente sobre a vida.

O MUNDO É PODER E VIDA PRÓPRIA.
O mundo é uma eterna construção de si, pois é poder, é o homem, vida, mente amor, conhecimento, emoção, racionalidade, alma e espírito.
Logo o mundo é ação, felicidade, essência de existir, pois o mundo é vida própria.
Assim, a moral torna-se a felicidade, o bem, a liberdade, a comunhão e a unidade na interação da multiplicidade.
Pois é quando toda a multiplicidade avança em bloco em direção a um desenvolvimento e aperfeiçoamento.
Assim, a natureza da realidade é por essência beleza e mágica de poderes atuando e unificando o universo.
Pois somos todos inseridos de poderes atuando e produzindo a realidade, e poderes fenômenos vitais e existenciais orgânicos, como sentidos, racionalidade, emoções, reprodução, esperança, instintos, etc.
Logo, existir é uma dádiva de poder do criador, e que a existência nunca pode ser um nada, mas sim uma multiplicidade de unidade e de poder num mundo de vida própria.
O poder também se aperfeiçoa e se desenvolve na sua produção, ou seja, na sua prática de produção os poderes da produção da realidade se desenvolvem e se fortalecem na proporção que entram em ação na estruturação e produção da realidade.
Assim toda a realidade na sua multiplicidade se desenvolve como uma só coisa, ou um só ser ou fenômeno.

A UNIDADE NA MULTIPLICIDADE.
A realidade ao se desenvolver em direção a perfeição como um só bloco, constata-se que a realidade mesmo sendo múltipla nos seus milhares de fenômenos e de seres, ela é uma só quando vista que no todo que vai em direção ao desenvolvimento.
ÁRVORE DA REALIDADE VITAL.
Poder divino
Poder vital
Mágica de ser
Potencialidade
Fenômenos vitais
Vida e fenômenos psíquicos e dos sentidos
Evolução e instintos
Espécies e fenômenos naturais.
Mente, racionalidade, lógica e conhecimento.
Sentidos, emoções.

O PODER SOBRE TODAS AS COISAS.
Antes da vida, das espécies e da evolução nos temos primeiro o poder divino e os outros poderes, para depois se transformar em potencialidades.
Por terceiro lugar ser realidade como ser fenomenal das coisas.
E quarto ser fenômeno em si estruturante e estruturável, em que o todo da multiplicidade se torna único quando todos estão inter relacionados e avançam em direção a perfeição.
O poder existe e é uma essência transformadora que usa a matéria como hospedeiro para se desenvolver e agir, com a sua ação cada vez mais intensa. E daí sai os fenômenos que produz a realidade, como estruturante – poder, estruturável – matéria.
Porém, o poder divino não precisa da matéria para existir e atuar pode atuar e existir sobre a matéria, isto conforme a sua vontade.
A vida usa a matéria evoluída para hospedar o seu poder e fazer-se realidade.
O espírito e a alma nascem do potencial da vida e do poder divino, e depois de nascidos podem existir independentes ou fora da matéria ou da vitalidade.

A VIDA COMO FORMAS DE REALIDADES.
1-Vida é o funcionamento metabólico, psicofísico, e bioquímico do ser vivo. Inserido de poder.
2-Vitalidade é o poder de transformar, agir e produzir a vida.
3-E vitalidade é a ação psíquica orgânica que rege o corpo vital, psíquico, metabólico energético.
A evolução e o funcionamento da vida são realizações do todo funcional e das potencialidades desenvolvidas pelos poderes.
Ou seja, rege a funcionamento da realidade em suas várias e infinita forma e é o invisível, o sem densidade, onde é apenas ação e poder de agir e transcender em si mesmo, sobre os outros e fazer que os outros venham a transcender para que todos se tornem eternos através dos transcendidos.

A REALIDADE É CRACIONISTA.
Logo, a realidade não é materialista, mecanicista, ou espiritualista, mas sim cracionísta, onde os poderes regem o universo com sua realidade. O ser é o poder.
O poder se encontra no todo e no uno, tanto está na vida quanto na evolução, assim, mundo e espírito, corpo e alma, matéria e vida, mente e processos não são elementos isolados para formar a realidade.
Mas sim se completam, e formam uma realidade inter relacionável, onde tudo faz parte de um todo funcional estruturável e estruturante de desenvolvimento regidos pelo poder e potencialidades transcendentes que formam a realidade, a vida, o universo, o ser e o devir.

RACIONALIDADE VITAL.
A vida possui a sua inconsciência de ser e consciência de transformar-se.
Ou seja, a vida é a racionalidade de si e de seu porvir, assim a vida se conhece e cria o seu caminho, a vida não é conhecida através da mente, mas sim através dela mesma.
Pois para trilhar o seu caminho ela tem que construir o seu próprio caminho, ou seja, ela possui poderes e racionalidade própria com seu inconsciente vital, e antes de ser mente a vida através de seus poderes já existia em potencialidades.
Pois, na potencialidade e na vida está a verdadeira racionalidade como forma inconsciente de se processar, sintetizar-se e metabolizar para existir e transcender.
Esta forma de razão é a forma de si para si e sobre si, é a mais autentica forma de razão que existe, pois é a racionalidade que é o objeto de si mesmo, e não está no outro.
Pois, o direcionamento da vida e de todos os seus fenômenos está a mais absoluta forma de racionalidade.
É o sentir para fazer para ser, e o fazer sentido para continuar no caminho do existir e do transcender, ou seja, é mais absoluta racionalidade e conhecimento que existe.
É o existir em si e racionalizar em si e sobre si para manter-se na sua essência e existência de ser.
É o existir em si e sobre si como forma e identidade de ser em si, e não no outro ou no devir.

EXISTIR EM SI E IDENTIDADE ABSOLUTA.
Vê-se a razão como um ser ou fenômeno, e é só dentro da vitalidade que a identidade absoluta da razão se tornará uma realidade absoluta e em si.
Pois ela será a razão de si e não do outro, e o existir em si e sobre si e também não no outro, ou em outro tempo ou espaço, ou em outra condição.
O poder é um existente em si e sobre o outro e sobre si.
A vitalidade é um existente em si e sobre si.
3- A razão vital é um existente em si e sobre si, é a identidade de si, ou seja, a identidade absoluta e final.
Logo, a realidade é cracionísta – inserida e regida de poder.

IDENTIDADE ABSOLUTA E RAZÃO NATURAL.
No poder está a forma natural da razão, onde o fenômeno da razão é o próprio fenômeno se processando regendo o fenômeno da vida que é a identidade absoluta de si, enquanto na razão pela consciência é a razão pelo outro no sair e vai em direção ao outro.
O poder é a essência fundamental do ser, da realidade, da vida, do conhecimento, do cosmo, do princípio da identidade, e não a dialética ou fenômeno, mente ou matéria, ou consciência.
O ABSOLUTO É O PODER.
O absoluto ser é o poder, que é por onde tudo acontece e onde tudo é inserido para se transformar e transcender. E onde tudo é levado a ser gerado, é onde está o conhecimento absoluto da razão e o principio da identidade em si mesmo, é onde está a harmonia, a unidade da multiplicidade e onde tudo é levado à eternidade como forma de realidade, com também à vontade e a transformação.
Ser e realidade tornam-se mágicos, sublimes e transponíveis no universo de poder.
E tudo e toda a realidade tornam-se harmônica e unida entre si, onde a realidade é determinante e determinada, não são mecânicos e nem materialistas, muito menos idealista, ou espiritualistas, mas sim a realidade como poder é sublime, eternos e vitais, mágicos de potência e vida, absolutos em si, racional por natureza.
O poder é a primeira e máxima realidade, seguido da mágica da vida, assim o homem é eterno através da mágica da vida e do poder vital, pois o homem é parte do todo funcional do passado e presente.
O absoluto conhecimento e princípio da identidade, a absoluta lógica e beleza se encontra no poder estruturante do cosmo e da realidade em suas mais variadas formas.


SOBRE A VIDA E A MORTE.
A vida na sua essência não comporta o nascimento e a morte, pois o que nasce e o que morre são elementos e componentes individuais da vida, e a vida em si é uma linha reta ou curva, mas sem fim.
Pois a vida é a dádiva e a mágica da existência, o poder mágico que cria a vida e a mágica do funcionamento da engrenagem total que age no processo da vida, o ser e a transcendência.
Logo, a morte não existe no universo do nascimento, da vida e da realidade em si.
O processo mágico da vida se mantém vivo e eterno nos elementos que nascem e morrem.
Porém, o processo mágico nunca morre, pois ele se mantém vivo no nascimento e na vida, e ele se mantém mais perfeito e mais resistente, logo a morte para a vida não existe.
No ser evoluído se tem mais um componente existencial se processando e existindo.
A vida é transmitida e continuada como forma de ser no outro, que é o subseqüente, ou se preferir o descendente.
Só pelo fato de nascer e existir o nada já foi vencido. E o ser é o existir como forma e produto de poder através da mágica da existência.
Logo a realidade é poder sobre poder, é mágica sobre mágica, onde o novo surge do não imaginável e impensável e do quase impossível.


MAGICISMO.
A MÁGICA PELO PODER.
A mágica é o existir e o surgimento do não esperado, do quase impossível de estar aí e de transformar-se no outro. Logo a realidade é mágica pelo poder.
A verdade na mágica existe em si, porque é a realidade sobre ela mesma, não é fenômeno nem processo, não é idealista por não ser idéia, PORÉM É NATUREZA PURA NA SUA PURA ESSÊNCIA DE SER, e é em si mágica, poder e potencia.
É natural pela essência de ser e de poder transformar e por fazer parte da mais ínfima natureza, porém é meta natural, ou seja, é natureza abstrata em si e para si na forma mágica de vir a ser e de poder.
A mágica não é pluralista nem unicista, é a existência pelo todo funcional.
É abstrato por ser inserido de matéria, porém não é idealista ou espiritualista, é sim a meta realidade e o meta ser.
Não possui densidade, espaço, tempo ou fenômeno, não está no outro, é o sujeito de si e sobre si.
Não é concreto por não possuir massa, mas é concreto por estar dentro de cada fenômeno, cada vida, cada pensamento.
É sujeito por ser o poder e mágica de si, e é objeto por estar a disposição do próprio poder, ou seja, de si mesmo.
Não é determinista, pois tudo que vai acontecer já é parte absoluta da sua natureza e já está inserido nele.
É absoluto em si, não é objeto de realização no futuro para se tornar absoluto, pois já possui a essência da natureza futura.
Não é dialético, pois não existe em função de contrários ou de outros para tornar-se síntese ou transcender.
Porém, é poder e mágica de um todo funcional e de desenvolvimento, é sim, a mais pura natureza se formando e se estruturando conforme o seu poder.
É infinito e eterno, o tempo não existe muito menos o espaço é finito, pois a essência não é a duração do fenômeno, mas sim, a mágica e o poder. Logo, a realidade é harmonia pura.
O mundo é multiplicidade enquanto poder e a mágica é una.

A QUARTA FORMA DE REALIDADE –
O PODER QUE REGE MÁGICA.
Além da física, a espiritual e a psíquica a realidade é inserido e regido pelo poder que rege o universo da realidade.
O poder é o primeiro elemento fundamental da realidade na construção do universo.
O poder é inquantificável apenas qualificável, o poder está no tudo do ser, da realidade e da razão, ser é poder.

EXISTENCIALISMO E MÁGICA.
A existência se perpetua e se aprimora da transitoriedade da vida, das espécies e do homem, ou seja, mesmo sendo o homem finito em nascimento e morte ele é um elo e parte de um todo infinito e eterno, mágico, cracionísta, sublime e transcendente.
Onde está a reprodução, a evolução, a vida, o homem, a felicidade, o bem, o amor, as emoções e os instintos, a inteligência e o conhecimento. Ou seja, isto está tanto no homem quanto na sua transitoriedade, quanto na realidade e no ser, e no universo.
O homem é parte deste universo de poder e mágica, da transcendência e eternidade, logo, a felicidade é bela e infinita, universal e particular, e o homem com a sua existência também o são.
Logo, existir é beleza, é amor, poder, sentir, é Deus agindo e transformando, é eternidade, felicidade. Logo o existir é o tudo sublime e eterno.

A MORAL E O PODER.
A moral no mundo mágico e cracionísta ocorre no todo funcional, onde não é o mais forte que sobrevive sobre o mais fraco, mas sim, fraco e forte compõe um sistema funcional, ou seja, a absoluta moral está na justiça de igualdade de desenvolvimento da própria realidade de poder e vivente.
Ambos fazem parte de um mundo, de um universo de funcionamento em que cada um possui a sua função na construção da realidade e de manter o sistema estruturante da própria realidade.
Logo, a moral e a ética dentro da realidade são a interatividade de um agindo sobre o outro para que todos e a própria realidade e o ser transcendental sobrevivam e se eternizem.
Assim, a absoluta ética é as igualdades e as unidades existentes na interatividade.

RACIONALIDADE ABSOLUTA E SOBRE SI.
A forma absoluta da razão é a razão sobre si, e não sobre o outro, como é a razão da consciência.
A razão da natureza e da realidade, que é o ser absoluto como forma de realidade sobre si mesmo. E está forma absoluta da razão está na mágica, no poder que rege o mundo e a realidade e a faz interagir para perpetuar e se eternizar, onde se aperfeiçoa e se eterniza regido pela razão em si, sobre si e para si, e não sobre o outro.
O conhecimento é absoluto em si no universo da mágica, do todo funcional, da potência e do poder.

A ESTÉTICA ABSOLUTA.
Temos na realidade cracionísta a mais bela, singela, harmônica, unicista e integrada beleza do universo, onde tudo acontece em cores absolutas como o nascer do Sol no Amazonas, ou em outra parte do planeta.
Sons variados, formas, odores e cheiros diversos que é a mágica do poder sobre a realidade e da realidade no todo funcional, logo a vida e o ser produzido pelo poder é a mais absoluta beleza, onde se constrói mecanismos e sentidos para tudo sentir, olhar, pensar e emocionar.


O SER, A REALIDADE E O MÉTODO.
O método é o poder construtor da realidade, e através da mágica transformadora da realidade e do poder.
E onde o poder é o todo da construção através da interação, dos elos, dos elementos, evolução, vida, mente, psiquê, etc.
Ou seja, a realidade é o método de si que se dá no todo funcional através do poder, onde não há tempo, espaço com referência limite, valores, densidade, matéria, mas sim poder e potência de vir a ser para perpetuar e eternizar em direção a perfeição.
E o ser é a engrenagem do sistema, não é o forte sobre o fraco, mas o forte que depende do fraco para interagir e existir, e que ambos forte e fraco são elementos fundamentas da interação e construção da realidade e do ser, onde se eterniza e existe.
Ou seja, o ser não é o elemento, o elo do sistema, mas sim, a engrenagem do sistema do todo funcional em direção a perfeição. Não há sujeito ou objeto, ou pensado e pensador, nem ente e ser do ente, mas sim ser do sistema da interação regido pelo poder que é o sistema na sua forma absoluta de ser.
Logo, o método da realidade é a interação regida pelo poder inserido e soberano.
Onde há a mais absoluta forma de ser, onde o princípio da identidade está na engrenagem do todo funcional e absoluto e racional da própria realidade.
O SER É O SER DA ENGRENAGEM FUNCIONAL DO SISTEMA REGIDO PELO PODER INSERIDO NA CONSTRUÇÃO DA PRÓPRIA REALIDADE.
Assim, temos,
Deus, poder, mágica e energia como realidade e na construção dela mesma.
Não é o ser do tempo, da razão, do ente, da mente, o ser no outro, o ser em si, mas o ser da mágica, do poder, da interação e do todo funcional e absoluto e eterno.
Mágica é o inexplicável da origem do funcional do todo do sistema e que leva o ser a ser real
LOGO, O MÉTODO É O PRÓPRIO SER E A PRÓPRIA REALIDADE NA SUA ESSÊNCIA DE EXISTIR E DE AUTOPRODUZIR.
O homem é parte deste universo e desta realidade, como a sua vida, a sua existência e o seu espírito também.
LOGO, EXISTIR É TRANSCENDER EM DIREÇÃO AO BEM E AO AMOR CRIADO POR PODER DO CRIADOR. ASSIM EXISTIR É O TUDO E NUNCA UM NADA, POIS O SEU ESPÍRITO NASCE COM A VIDA FÍSICA E CRACIONÍSTA E TRANSCENDE COMO VIDA ESPIRITUAL.
Ou seja, se inicia com uma essência e termina com outra.
O PODER AGE SOBRE O UNIVERSO DE ENERGIA, E O PODER SE ENCONTRA EM TUDO E EM TODOS.
E como condições de fenômenos, do espírito ao cosmo, da vida a matéria e a mente. Tudo é direcionado e coordenado pelos poderes existentes em cada situação de fenômenos desde a vital até o material.
O que ainda vai ser possui faculdades para se desenvolver e criar novas possibilidades para aquele que poderá ser uma forma de realidade em algum tempo futuro.
Não é vontade, forma ou um direcionamento para um eterno retorno, pois tudo caminha para a perfeição e o antes nunca volta a ser no futuro, o que foi no passado, é outro, apesar de que só foi o que é pelas condições de poder e de ser do passado.
Pois o próprio homem inicia e nasce como um termina como outro.
O PODER É A ABSOLUTA BELEZA E BEM SUPREMO, POIS É INABALÁVEL, E QUE CONSTRÓI TODA FORMA DE BELEZA E HARMONIA EM DETRIMENTO AO CAOS.
É DEUS E O BEM EM TODOS OS ESTÁGIOS E SITUAÇÕES.

Assim,
OS ELEMENTOS FUNDAMENTAIS DA REALIDADE SÃO;
Deus, poder, espírito, mágica, vitalidade, inteligência cósmica e energia.
A realidade se processa pelos elementos fundamentais e não pela dialética, e o absoluto não é o pico ou o fim, mas sim o absoluto é o caminho, é o estar acontecendo, onde é o verdadeiro ser e realidade, e não o vir a ser.
Pois no durante se encontra a infinidade de seres e suas inter relações e transcendências, mesmo se todos tiveram uma só origem. Porém o poder tudo coordena e direciona para um universo de estruturas.
Se perguntarmos dá aonde veio a mágica da vida, da mente, das células, da vitalidade, da mente, da energia, do cosmo e da matéria, da alma e dos espíritos. Pode-se descobrir as causas próximas, mas não as causas da origem e a essência de ser de cada situação fenomenal, pois só nos resta uma resposta QUE É O PODER CEDIDO PELO CRIADOR, para criar a multiplicidade de fenômenos e mágicas existenciais que compõem o universo.
O universo e a realidade são poderes e inteligência, pois é tão poderosa a máquina e o funcionamento da produção da vida, só uma inteligência para coordenar tanta perfeição e só um poder para a produção de tanto funcionamento.

TRANSCENDENTALISMO E CRACIONISMO.
A realidade é transcendente, ou seja, ela passa do anterior para o posterior. Ou seja, são infinitas realidades processando infinitos seres.
E o ser nunca será só um ser, pois ele é uma passagem.
Não se encontra no tempo nem no espaço, não é regido por causas, mas sim por poderes invisíveis e estruturadores.
Assim, temos a realidade do poder produzindo e regendo uma realidade transcendental que nunca chega a ser una.









FILOSOFIA – Metafísica. CRÁCIO – RES – graceli terceiro sistema.

Realicismo. Tratado do puro ser.

Cracionismo e fenomenalidade.

Autor . ANCELMO LUIZ GRACELI.Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.ancelmoluizgraceli@hotmail.comRua Itabira, n 5, Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.Trabalho registrado na Biblioteca Nacional. Brasil.Colaborador. Márcio Piter Rangel.DO QUASE NADA TUDO PODE SURGIR – EXCETO DEUS. POIS É O ÚNICO ABSOLUTO.

Deus é um ser de poder cósmico inserido em todo o cosmo, e sobre tudo ele age, por isto que está em todas as coisas e todos os lugares. Deus não tem formato, dimensão, densidade. Não é substância. Sobre tudo ele age e vê.



TRANSCENDENTALISMO RACIONALISTA FENOMENOLÓGICO.


CATEGORIAS PRIMÁRIAS.

1- ABSOLUTABILIDADE – DIVINO , INTRANSCENDETE EM SI E QUE AGE SOBRE TODOS OS FENÔMENOS E PODERES.

2- PODERES – DIVINO, CÓSMICO [ DA ENERGIA], VITAL.

3- REALIDADE – DIVINO, PODERES, ESPIRITO [ALMA], VITALIDADE, TRANSCENTALIDADE, FENÔMENOS, RACIONALIDADE.

4- TRANSCENTALIDADE - O FENOMENO É A ESTRUTURA VISIVEL E INVISIVEL [SEM DENSIDADE] QUE SOFRE A AÇÃO DO PODER SOBRE SI]

5- FENOMENALIDADE [ COM ESTRUTURA FISICA OU NÃO, COM DENSIDADE OU NÃO, VISÍVEL OU INVISIVEL] – QUE SOFRE A AÇÃO DO PODER ATRAVÉS DA TRANSCENTALIDADE.

6- INVISIBILIDADE – O INVISÍVEL SE SOBRE O VISIVEL – DENSO. [ O VISÍVEL CAREGA EM SI O INVISÍVEL, E É DETERMINADO PELO PODER, VONTADES E DIRECIONAMENTOS DO INVISÍVEL.

7- RACIONALIDADE – DIVINA, VITAL, TRANSCENTAL, PSÍQUICA , LÓGICA.




De todas as relações a mais fundamental é a da transcendentalidade, onde o próprio fenômeno transcende sobre si para se eternizar. Não está no outro, na oposição no contraste.

Pois é no interior do próprio fenômeno que o poder age, e o poder é em si um fenômeno transcendendo, exceto o divino.

Logo, é no puro ser que a realidade atinge o seu auge, a sua plenitude, mas não atinge um estagio absoluto, pois absoluto só o intranscendente – Deus.

O fenômeno acontece dentro dele mesmo, e ele transcende sobre si e para si através de poderes naturais e essências criados pelo poder vital , divino e cósmico.

A essência e natureza da realidade é transcender. Logo é no puro ser que a realidade encontra seu apogeu e plenitude.

Ou seja, a unidade não vem de dois, mas de um e do mesmo que age sobre si.

Mesmo sendo outro em outro momento, naquele momento ele é um só, ou seja, uno, e como consequencia de sua transcendentalidade.

``O movimento de evolução não é um continuo de desenvolvimento de oposições, e a fusão e reconciliação destas``. Mas sim, uma transcendentalidade de si, sobre e para si, num puro ser que age sobre si através da ação de poderes inseridos e [ou] desenvolvidos por ele. Esta é a essência de toda a realidade.

A própria racionalidade, que é um registro do mundo externo com potencial de mundo vital só é alcançada por causa do estágio vital e mental do ser humano.

A REALIDADE E O CONHECIMENTO SE DESENVOLVEM SEGUNDO UM MOVIMENTO PERFECCIONISTA PROGRESSISTA DENTRO DO PRÓPRIO FENÔMENO OU CONHECIMENTO, ONDE OCORRE A PRODUÇÃO DA REALIDADE E DO CONHECIMENTO EM SI, DENTRO DE SI, SOBRE SI E PARA SI.

ESTE DESENVOLVIMENTO É REGIDO E COORDENADO POR PODERES INTERNO, NO CASO O VITAL E O PSÍQUICO, QUE RECEBEU A DIREÇÃO DE PODERES EXTERNOS NO CASO O DIVINO.

Ou seja, não acontece por causa de uma contradição ou movimento dialético.


A unidade está no em si de todas as coisas.

A essência da realidade não é a unidade, mas sim a transcendentalidade, o deixar de ser para ser outro e perfeccionar-se. Ou seja, não é a unidade que a realidade se processa para ser e alcançar, mas sim, mas sim ser a própria realidade em si, e a própria realidade em si é ser transcentente dentro de si e para si e sobre si.

REALICISMO – A ESSÊNCIA DA REALIDADE É SER A PRÓPRIA REALIDADE.

OU SEJA, A ESSÊNCIA DA REALIDADE É SER A PRÓPRIA REALIDADE, EM SUAS MÚLTIPLAS E VARIADAS FORMAS E NA SUA TRANSCENDÊNCIA EM SI E DENTRO DE SI. E NÃO NO OUTRO E NO SEU CONTRÁRIO.


A substância do universo, da realidade é o poder, pois e dele que tudo é gerado e coordenado.

O projeto do mundo não é ser racional como um processo final de um movimento dialético, mas sim, cracional e ser a própria realidade – temos aí o crácio-res. Ou seja, a essência de ser realidade e de ser regido – por poderes.

A racionalidade é um elemento da realidade e um projeto do poder. A racionalidade não é a substância final e essência de um projeto da realidade, em que se torna a unidade de todas as coisas.

Ou seja, a racionalidade é uma consequencia do poder regedor e da realidade estruturadora sobre si, dentro de si, para si e em si.

ASSIM, A ESSÊNCIA DE SER DA REALIDADE NÃO É SER UNIDADE, MAS TRANSCENDENTALIDADE E SER A PRÓPRIA REALIDADE.

A realidade não caminha em direção a ápice absoluto, ou seja, ela não tem um projeto de ser para o futuro, sempre com os opostos se tornando uma evolução do anterior, e que volta e se unir com outros opostos. Num processo dialético.

Pois a essência da realidade é ser ela mesma, sempre em si, sobre si e para sim mesma, ou seja, ela não é para o futuro, mas sim ela é para o presente, e no futuro serão infinitos e ínfimos presentes em que a realidade se tornará essência em si mesma, em cada ínfima época que ser realidade. Ou seja, a essência da realidade é ser ela mesma – transcendente, ínfima em cada parte e regida de poderes.


O pensamento é um ser, porém há vários tipos e categorias de seres, entre eles o pensamento, o mesmo vale para a lógica e a racionalidade, pois são seres que compõe o universo, mas não são únicos. E não é a mesma coisa.

A unidade não está na diversidade, pois a própria condição de ser de um não pode ser o outro. A unidade está na própria unidade. Logo não são contrários que se contrapõe para forma a unidade.

COMO TAMBÉM A ESSÊNCIA DA REALIDADE É SER ELA MESMA, A TRAVÉS DA SUA INTERIORIDADE, E NÃO ATRAVÉS DE RELAÇÕES COM OUTROS.

Ou mesmo de ser unidade, diversidade ou dialeticidade. Ou seja, a essência de ser da realidade é ser ela própria, no seu mais puro ser, que é ser fenômeno com direcionamento por poderes.

A realidade não tem por essência se desenvolver em direção a um ápice absoluto, a uma unidade, a ser um registro pela racionalidade. A realidade tem por essência ser a própria realidade e não através do outro.





A LÓGICA E A METAFÍSICA NÃO SÃO A MESMA COISA, POIS A LÓGICA É A RACIONALIDADE, E A METAFÍSICA É PODERES, ALMA, ESPÍRITO, E OUTRAS CATEGORIAS METAFENOMENAIS.

O bem não contém o mal, e o mal o não contém a bem, para formar uma dialeticidade. Cada um segue o seu destino.

O poder não está na raça, não está num ápice evolutivo, pois se compararmos será confirmado que proporcional ao tamanho e peso os seres menores são os que mais vivem. Isto pode ser comparado com bactérias e mesmo as formigas.

Logo, é difícil afirmar que este ser ou outro é o mais desenvolvido, ou mesmo afirmar que a realidade só é ser e encontra a sua essência de ser na racionalidade. Através de um ápice da lógica e da empiricidade.


SOBRE OS PROJETOS DO MUNDO.

O projeto do mundo não é absolutamente racional, mas sim.

Divino.
Cracional.
Real.
Vital.
Transcendental.

O projeto divino é o bem, a harmonia, a paz, a concórdia e o perdão e a vida.

O cracional é o projeto de poderes divino, cósmicos e físicos, vital, transcendental e racional.

O real é a própria realidade na sua auto construção, e dentro de si, sem depender do outro, ou do contraste.

O vital é a construção da vida e do ser vital, e que tem vários elementos que compõe este projeto, entre eles a reprodução, órgãos e funções vitais, a racionalidade e a lógica.


Assim, o absoluto é Deus.

A realidade é o em si transcendendo infinitamente.

A universalidade é a totalidade em que se processa a realidade.

A mente é um estágio e categoria da realidade. Não é o fim a ser alcançado.


A REALIDADE NÃO SE DIVIDE EM.

causa e efeito.

Mente e matéria.

Sujeito e objeto

Lógica e metafísica.

Dialeticidade e unidade.

Unidade e multiplicidade.

Espaço e tempo.

Pois, não é a causa que leva o outro fenômeno a acontecer, mas sim o seu estágio para a transcendentalidade.

O poder e a própria realidade que direcionam a realidade, pois mente e matéria são componentes de um universo infinito e ínfimo de fenômenos. Pois o invisível age sobre o visível e a estrutura. E estrutura e evolui o próprio invisível.

A realidade não se processa em sujeito e objeto, mas sim em poder e potencialidades dentro do puro ser. Do em si sobre e dentro de si e não no outro ou oposto.
A lógica é a racionalidade de si e da metafísica, porem a própria realidade e universo possuem a sua lógica, a sua metafísica e a sua racionalidade. Pois ela acontece dentro de si mesma como uma sinfonia sendo regida do inicio ao fim, por poderes e funções pré-determinadas.

A realidade não é uma dialeticidade em direção a uma unidade, num processo infinito. Mas sim, a realidade é uma universalidade de multiplicidades ínfimas que transcendem sobre si mesmas, programadas e coordenadas por poderes pré-determinados.

A realidade não acontece num espaço e num tempo. Pois a realidade se realiza dentro de si mesma, e fase e intensidade não cronológicas de ser.

Pois também, a tempo não existe como coisa em si. Não tem um referencial final. E é apenas uma reprodução da consciência registrada pela dinâmica do funcionamento do cérebro.

E o cérebro com o seu funcionamento e a consciência é uma consequencia de um estágio de evolução da realidade. E são formas de seres.

O ESPAÇO NÃO EXISTE COMO REFERENCIAL FINAL, pois o universo não tem fim no próprio espaço, dentro dele e nos seus processos.


Logo, o referencial da realidade é a própria realidade, ou seja, é o ser do ser. Ou a realidade da realidade. A que acontece e se processa dentro de si, em si, sobre si e para si.



Toda forma de mal é uma produção negativa, nenhuma forma de mal leva ao bem.

O caráter não se forma com a tempestade e a tensão da vida, o ser já nasce com sua estrutura pronta, é inato, o ser se amolda com esta estrutura à sociedade.

A luta não é a lei do crescimento, mas sim a lei do crescimento é inato ao ser, ele já nasce com potencialidade vitais para o seu crescimento e a sua formação e felicidade.


O homem não encontra sua plena estatura e estrutura através de compulsões. Mas sim, a estrutura vital e psíquica e de caráter nasce com o ser [ ver na internet psicovitalidade graceliana].

A vida é feita para realizações e felicidades, e principalmente para a felicidade, pois a vitalidade construiu sentidos, famílias, emoções em todos os seres para que os mesmos sejam felizes.

E a felicidade não se encontra fora do ser ou no outro. Mas dentro do próprio. Logo, no puro ser, e não no seu oposto.

A história do mundo é a essência da felicidade, principalmente a felicidade psíquica e vital. Os períodos de felicidade é o ápice da vida e da existência, pois é neste período que se é alcançado a harmonia absoluta. Pois temos na harmonia um Deus agindo com todo poder, a paz, o amor, o prazer. Pois a vida e a harmonia é o grande projeto e realização do divino.

O homem não vive para fazer história, mas sim para ser feliz e transcender através dos filhos. Esta é a lei do divino e o caminho e desenvolvimento da vida. Este é grande projeto e essência da vida – o seu próprio desenvolvimento.

Não é o homem que produz a sua felicidade, mas o divino e a própria vitalidade, logo, o homem está inserido na e de felicidade.

A existência, a felicidade, a vida, a harmonia não é um movimento dialético, mas sim o resultado de um poder regendo a vida. E a essência da vida não é atropelar, dar saltos, mas sim prosseguir o seu desenvolvimento conforme as suas potencialidades.

O pensamento, a racionalidade e a história é fruto de fases do prosseguir do desenvolvimento.

A realidade não se processa em causa e efeito, espaço e tempo, mas sim em poderes agindo sobre poderes e transformando a realidade. O invisível sem forma, densidade, sem estrutura agindo sobre a estrutura e a transformando.

O universo vital determina a realidade. E não a historicidade.

O ser é um elemento e componente, do universo vital.

Ele é o resultado do processamento do universo vital que ocorre nele, e o produz.

E ao mesmo tempo ele é parte deste universo vital, por isto ele é sujeito e objeto deste universo vital.

Ele é parte ativa e passiva do universo vital.





A realidade é o crescimento da historia e da racionalidade.

A realidade não acontece por saltos e por contrastes dialéticos, mas sim é um crescimento continuo e regido pela própria realidade e dentro de si, ou seja, pelo puro ser. Que é a essência da realidade.

A meta do desenvolvimento não é a unidade, mas sim a própria realidade e a harmonia da totalidade.

A identidade do ser é o puro ser, dentro dele mesmo que acontece o seu desenvolvimento. Num processo lento e continuo.

O real não é só real quando é racional. Mas sim, o real é sempre e absolutamente real no puro ser, ou seja, nele mesmo, e se desenvolvendo por si mesmo.

Não é a época histórica de uma sociedade que produz a realidade. Mas sim, a realidade com suas potencialidades vai construir a vitalidade e ambos – realidade e vitalidade inserida de poderes do puro ser vão construir a historia, a razão, a moral e a estética.

O mais elevado estágio de conhecimento não é o pensamento, mas sim, a vitalidade que processa e rege o conhecimento de si, e produz mecanismo para a funcionalidade da vida e da psiquê.

A realidade no seu puro ser é racional. Pois, ela constrói seu caminho, suas categorias, potencialidades, poder e fenômenos.

Logo, o que determina a realidade não é o homem com sua racionalidade, muito menos a época histórica de uma sociedade, mas sim, a própria realidade.

Logo, a realidade não caminha em direção a um absoluto, a uma unidade, mas sim caminha na sua construção e produção de novos funções e poderes.


A MATÉRIA É UM ESTÁGIO INTERMEDIÁRIO, OU SEJA, ELA SURGE DO ESPAÇO DENSO E DA COMPRESSÃO DO MESMO. E DESTE ESTÁGIO QUE A VIDA SURGE COM SUAS POTENCIALIDADES E CRIAÇÕES. SENDO REGIDOS PELO PODER DIVINO.


Fora da pressão atmosférica existe também pressão, e isto é provado cientificamente, ou seja, o que causaria esta pressão sobre gases no espaço. Logo há mais fenômenos no universo de que podemos imaginar.

O espaço denso é uma prova de como aglomerados de galáxias se formam, produzindo um formato de caracol. Envolta de um centro sem nenhum outro aglomerado, galáxia ou estrela. Ou seja, se movimentam rotacional e translacionalmente em torno de um vazio.

Considerando, assim, não necessitam de um campo gravitacional no centro para produzir a sua rotação, translação e afastamento. Logo só pode ser por causa da sua própria energia.



Assim, temos categorias e estágios de formas e estruturas do universo.

Que são. Espaço denso. Matéria e energia. Vida. Vitalidade [ inserida de poderes e potencialidades]. Mente. Espírito. Deus.



O mais elevado estágio do conhecimento não é o pensamento. Mas sim, a vitalidade que processa e rege o conhecimento de si. O puro ser de si sobre si e dentro de si.

A vitalidade é mais importante que a consciência, inconsciência, racionalidade, pensamento e lógica – pois a vitalidade é a racionalidade e consciência de si. Não depende do outro para existir e se processar. Ela produz a sua própria existência e coordena seus processos. É o puro ser.


A essência para ser alcançada não é a unidade. Mas sim, a própria realidade no seu puro ser. E de como transcende a própria realidade.

O mundo inteiro e todos os corpos e mentes não são movimentos mecânicos e materilísticos, mas sim, poderes e potencialidade.



DUALISMO.
O agente primordial e regedor de todas as coisas é Deus,

A substância primordial de todas as coisas é o espaço denso. Da onde surge a matéria, a energia, as estruturas a densidade e o visível.

Depois em outro estágio temos outro agente regedor que é o poder vital e as potencialidades.

Depois temos as categorias de como se processa a realidade no puro ser.

Realicismo – a realidade sobre a realidade, o fenômeno sobre o próprio fenômeno.

A transcendência dentro de si. Na construção do novo.

O invisível sobre o visível.

Ou seja, temos dois tipos de fenômenos agindo e se processando [ fenomenalismo].

O com densidade e o sem densidade e sem estrutura e desenvolvendo. Que são os poderes e potencialidade primordiais.

Os secundários sem densidade, que são os espíritos, alma, mente, psiquê, racionalidade, mente vital sobre a funcionalidade das funções e metabolizações.

A realidade então tem um agente primordial – poder divino.

Dois agentes regedores secundários – poder vital – sobre a produção da vida.

e poder cosmológico – sobre a produção da substância, matéria e energia.
Aglutinação e produção de matéria pela compressão do espaço denso. Onde vários fenômenos cósmicos acontecem.

Ou seja, a realidade tem como essência e origem uma dualidade – um de poderes e outro de densidade.

Onde vai ser regida a realidade, e o outro vai produzir a estrutura.

Um com densidade e o outro com densidade.

Um vai sofrer a ação do outro – o poder sobre a densidade.



Porem todos são fenômenos e formas de realidade – o poder e a substância [ espaço denso em compressão]. Exceto o divino. Pois este não é fenômeno. É intranscendente e que age sobre todos os fenômenos. O único absoluto em si.

Então temos tipos e qualidades de puro ser.

O divino e absoluto e si.

O poder vital e transcendental.

O espaço denso e a realidade fenomenológica [realicismo – a realidade sobre a realidade, o fenômeno que acontece dentro de si], que age sobre si sem depender do outro ou da dialeticidade.

Assim, atingir a verdade não é através da racionalidade, mas sim, só quem pode atingir a verdade é o divino e a racionalidade vital regida e regedora de todos os poderes e fenômenos vitais.


DEUS NÃO ESTÁ NAS COISAS, FENÔMENOS E SUBSTÃNCIAS.

Deus é absoluto e o puro ser e que rege todas as coisas, fenômenos, substãncias e poderes.

Deus rege os poderes sobre os fenômenos.

Pois Deus é absoluto em si e puro ser, enquanto os fenômenos e substâncias são transitórios.

O espírito nasce com o homem, se desenvolve e envelhece e morre. E continua por muitos tempos após a vida daquele ser humano que deu vida a ele.

Ou seja, ele vive dentro e fora do homem.

A alma só vive enquanto o ser viver.

Alma e espírito não agem sobre o desenvolvimento da vida, fenômenos e da realidade.


Os fenômenos não são funcionamentos mecânicos de leis invariáveis.

Mas sim, são processos regidos por poderes – divino, vital ou cósmico como consequencia e regência dos mesmos. E não há leis pré-determinadas nos fenômenos e nos poderes.

Eles se sucedem uns após os outros conforme os poderes e as potencialidades.


Sobre os poderes cósmicos.

É bom ressaltar que o cosmo como um todo segue um desenvolvimento próprio de compressão do próprio espaço denso criando a matéria e a energia.

Que a matéria depois de comprimida volta a se dissipar e desintegrar-se no espaço. Voltando a se estruturar formando novos blocos e esfera de energia. Num ciclo e fluxo infinito. Isto não é um mecanicismo, mas segue uma ordem cósmica.

Este poder de compressão e desintegração é a essência da produção e continuidade infinita do cosmo.

Os processos, os fenômenos, a transcendência fenomênica, a matéria, a mente, a substância não são Deus. Pois do contrário Deus não seria um, seria infinitos Deuses e transcendente. Muito menos seria absoluto.

Deus não é a causa e leis do universo. O universo tem suas causas e leis em outras origens.

Deus é um poder absoluto que rege todos os poderes – cósmicos e vitais. Onde é regida e orquestrada a harmonia do universo.

Os poderes cósmicos agem na produção da matéria, na compressao e dilatação da matéria, energia e dos astros.

Aglutinação pela pressão atmosférica e do espaço denso, e dilatação e desintegração pelos processos de energia, temperatura, fusões, fissões, radiação, processos atmosfísicos, e outros.

Produzindo o universo numa harmonia fluxonária e estruturante e desintegrante constante, num devir infinito e harmônico.

ENTÃO TEMOS AS CATEGORIAS FUNDAMENTAIS DA REALIDADE.

1-DEUS.
2-PODER.
3-POTENCIALIDADE.
4-ESPAÇO DENSO, MATÉRIA E ENERGIA.
5-VIDA, VITALIDADE, ALMA E ESPÍRITO.
6-FUNÇÕES VITAIS, METABOLIZAÇÃO E MENTE.
7-PROCESSOS, TRANSCENDENTALIDADE E EVOLUÇÃO.





A mente pode determinar que o cérebro e corpo trabalho e entre em movimento e em processos. E o corpo age através dos processos dos neurônios produzindo a mente. O pensamento, a alegria, sentidos, instintos, emoções, e tristezas conforme um mau funcionamento orgânico.

São dois que um age sobre o outro. Ou seja, matéria não é mente, mas os dois agem um sobre o outro. A mente sobre a matéria, e a matéria produz e é a causa da produção da mente pelos seus processos físicos e bioquímicos.

A mente pode alterar o metabolismo do corpo quando o ser entra numa grande depressão, ou num momento eufórico produzir e aumentar a sua produção de hormônios. Como também as células do cérebro aumentar a sua energia, ou o coração disparar quando algumas pessoas vão falar em público.

E os dois são fenômenos. Um na forma de processos físicos e bioquímicos. E outro na forma de mente, sentidos, instintos, sentimentos.
RACIONALISMO VITALISTA TRANSCENDENTAL.

TRANSCENDENTALISMO VITALISTA.

CRÍTICA DA RAZÃO TOTAL, VITAL E TRANSCENDENTAL.

ANÁLISE DA RAZÃO VITAL E TRANSCENDENTAL.

TEORIA GRACELIANA DA RAZÃO E DO CONHECIMENTO.
Autor . ANCELMO LUIZ GRACELI.Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.ancelmoluizgraceli@hotmail.comRua Itabira, n 5, Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.Trabalho registrado na Biblioteca Nacional. Brasil.Colaborador. Márcio Piter Rangel.DO QUASE NADA TUDO PODE SURGIR – EXCETO DEUS. POIS É O ÚNICO ABSOLUTO.

A vitalidade constrói o seu próprio conhecimento e a sua racionalidade.

A vitalidade transcende sobre si também na forma de racionalidade.

A razão, a forma lógica de pensar, comportamentos, personalidade, valor existencial do sujeito no universo, neuroses, imaginação, memória, e outros são fenômenos que o poder vital e o universo vital desenvolveu durante milênios e que são transmitidos aos seres que nascem, desenvolvem mais alguns elementos que vão se juntar aos anteriores. E que serão transmitidos aos descendentes.

Por isto que a razão com todos as suas formas e elementos são produzidos pelo universo vital, conforme a sua potencialidade e transmitidos aos seres que carregam e transmitem os elementos da racionalidade.

E outros elementos vitais, psíquicos e existenciais.

Há varias formas de razão –

1-divina – esta em todos os lugares e em tudo age.

2-A cósmica – o universo segue um direcionamento em prol da ordem e da harmonia.

3-Vital – os funcionamentos vitais segue uma racionalidade própria e inconsciente.

4-Genética – é um mecanismo racional que foi desenvolvido para transcender a estrutura vital aos descendentes.

5-Energética celular – na produção de energia pelas células, para manter o funcionamento da vida.

6-Fisiológica e metabólica – produção de hormônios, e funções fisiológicas.

7-Inconsciente vital e psíquico. o universo vital tem a sua própria racionalidade funcional, assim como o universo vital tem a sua própria racionalidade funcional.

8Transcendental e reprodutivo. O mundo vital cria condições vitais para a vida transcender através da reprodução.

9-Inconsciente racional – todo ser nasce com uma racionalidade que ele mesmo não tem consciência dela.

10-Consciência psíquica – mundo construído pela consciência do mundo psíquico.

11-Racional natural – inato.

12-Racional lógico – lógica e matemática.

13-Racional empírica – baseada em objetos e fenômenos fora do ser.

14-Racional metafísica – baseada em deduções e induções para respostas sem base em fenômenos empíricos e deduções lógicas.

15- transcendental perfeccionista – a racionalidade transcende dentro do ser, e de ser a ser, sempre em direção a uma perfeição.

Deus é um ser de poder cósmico inserido em todo o cosmo, e sobre tudo ele age, por isto que está em todas as coisas e todos os lugares. Deus não tem formato, dimensão, densidade. Não é substância. Sobre tudo ele age e vê.

Logo, somos um conhecimento do divino, e temos um conhecimento do divino pela racionalidade e pela fé.

INCONSCIENTE ESTRUTURANTE E REGEDOR – rege o funcionamento e determina o desenvolvimento dos elementos racionais.

INCONSCIENTE VITAL – rege o funcionamento vital e a forma e estrutura e desenvolvimento de como vai funcionar a vitalidade e a mente. E uma forma de racionalidade meta-inconsciente.

INCONSCIENTE PSÍQUICO. São formas e estruturas lógicas que regem o funcionamento psíquico, e que tem um conhecimento vital e psíquico do mundo interno. E não externo.

SUB-CONHECIMENTO. O ser não conhece o mundo externo antes dos sentidos, mas já tem uma estrutura pronta para receber e adequá-los a esta estrutura. Ou seja, o ser desenvolve através da vitalidade e psicalidade elementos para adequar o mundo externo [fenômenos] ao mundo interno [psíquico e racional].

OU SEJA, A RACIONALIDADE VITAL, CONSTRÓI MECANISMOS PSÍQUICOS E SENSORIAIS PARA RECEBER E TRANSFORMÁ-LOS COM SEUS EQUIPAMENTOS EM CONHECIMENTO.

OU SEJA, TEMOS DUAS REALIDADES OU DUAS CATEGORIAS DE CONHECIMENTO.

O FENÔMENO EM SI.

E O FENÔMENO QUE TRANSFORMAMOS NA NOSSA RACIONALIDADE. CONFORME A ESTRUTURA QUE JÁ FOI DESENVOLVIDA. A ESCULTURA É FEITA CONFORME O MOLDE.


E o que fôrma e produz o molde é a cosmolidade e a vitalidade. Ou seja, o poder vem de fora, do cosmo, age sobre a vitalidade e a mesma produz e desenvolve mecanismo de psicalidade e de sensorialidade para produção da racionalidade e do conhecimento. Neste ponto já é de dentro para fora.

E a racionalidade é o que este mecanismo produziu, e o conhecimento é a racionalidade e o fenômeno, juntos. Temos aí que a escultura é feita conforme o molde e o material.

Temos assim dois tipos de conhecimento. O da fôrma [vitalidade e mente]que produz o conhecimento conforme os seus mecanismos.

E a fôrma que juntamente com o barro vai produzir o conhecimento.

Temos assim três tipos de conhecimento.

O inato, racionalidade pura e inconsciente.

O inato estruturador, que vai produzir um conhecimento conforme as suas potencialidades.

E o inato estruturador que depende do barro, no caso fenômeno para ser conhecimento.

Ou seja, o conhecimento não é a racionalidade, e a racionalidade não e o conhecimento.
A racionalidade é parte do universo vital e psíquico. isto no primeiro estágio.

Ou seja, uma criança no útero já tem a sua psiquê, o seu eu, a sua mente, a sua racionalidade inconsciente.

Quando nasce ele passa a usar o universo vital e racional inconsciente para receber o mundo externo dos fenômenos.

E vai moldar este mundo externo conforme as sua potencialidades vitais e psíquicas.

E conhecemos e racionalizamos conforme o estágio vital em que nos encontramos.

Ou seja, o conhecimento depende de seus estágios.

E de suas ferramentas para adquiri-los e produzi-los.

Após a fase uterina os elementos do mundo externo passa a ter uma ação sobre o mundo interno. Ou seja, os fenômenos sobre a mente.

E conforme o ser vai amadurecendo ele vai aumentando a influência deste mundo externo sobre o seu interno.

Temos uma transcendentalidade, uma dualidade e uma troca de função. No inicio só a mente é o sujeito. Depois a mente passa a ser sujeito e objeto na produção do conhecimento e usa elementos do mundo externo para aumentar a sua lógica e racionalidade imaginativa.

Ele sai do mundo inconsciente e entra no fenomenológico externo para produzir a racionalidade psedoconsciente.

Pseudoconsciente – é o resultado do mundo externo sobre o interno, e a transformação disto em conhecimento. Porem, o ser não alcança um estágio de desvelamento interno absoluto para transformar o adquirido do mundo externo em conhecimento absoluto. O ser não consegue desvelar os fenômenos na sua absolutabilidade.

A transcendentalidade ocorre na dualidade da mente que sai de si e vai até o fenômeno, e o fenômeno que age sobre a mente, quando ocorre a troca e a ação. E que é a dualidade – ou seja, neste estágio o conhecimento é os dois. E o fenômeno age sobre a racionalidade.

Racionalidade não é conhecimento.

Racionalidade é a forma, estruturação e produção do pensar.

E o conhecimento é os elementos que a racionalidade consegue produzir.

No conhecimento temos o resultado na forma de elementos lógicos e conscientes.

Porem pode ser também na forma inconsciente.



A RACIONALIDADE FORA DA MENTE. O puro ser do conhecimento.

A vitalidade é em si uma racionalidade funcional, estrutural, metabólica, física química biológica, psíquica e transcendental. Esta racionalidade que a vitalidade produz coordena e rege todo corpo vital e psíquico vital.

É o puro ser, ou conhecimento puro, que não está na mente, nos sentidos, ou nos fenômenos.

É um fenômeno inconsciente ao homem e a mente e que rege e produz o homem e a mente.

É o sujeito e o objeto de si. Este é o único conhecimento absoluto, e que não é do homem e nem da mente, muito menos dos sentidos.

Pois não existe um espaço e tempo entre sujeito e objeto, pois é o mesmo. E a causa de si. E o efeito de si.

Existe como fenômeno inato, mas não é um fenômeno da mente. É inato de si. Ou seja, ele existe em si, e vai se desvelar no futuro.

É o fenômeno que rege a si mesmo. O fenômeno de si na forma de conhecimento e racionalização da funcionalidade de si.

Existe na categoria de fenômeno e de agente estruturador racional vital.

Neste ponto temos o puro ser do conhecimento, e que é a verdade absoluta. Que não é na mente, nos sentidos, inato na mente, que é fora da mente, mas sim na estrutura funcional vital.

É tanto verdade que a vitalidade constrói mecanismos transcendentais para perpetuação da vida. Como a reprodução, órgãos, hormônios. Etc.
TRANSCENDENTALIDADE DA RACIONALIDADE VITAL.
Transcendentalidade temporal.


Neste ponto a vitalidade trabalha a transcendentalidade da racionalidade vital, transcende para o futuro a sua racionalidade. Logo, este conhecimento é o presente, que tem uma origem no passado e visa existir no futuro. Logo ele é transcendental temporal. No passado ele visa o futuro. Para a sua sobrevida e eternidade.

Assim, o conhecimento absoluto não é o conhecimento da mente e do homem, mas sim o conhecimento vital e transcendental.


O INCONSCIENTE VITAL E PSÍQUICO


O inconsciente vital e psíquico é formas de conhecimento e de racionalidade, que a mente produz com elementos psíquicos dos anseios do homem e elementos lógicos e empíricos da vida do mesmo.

Este conhecimento inconsciente não chega a ser desvelado ao homem. Ou seja, ela não tem consciência dele e ele existe no homem e ajuda o mesmo na estruturação da sua racionalidade.


SOBRE A QUESTÃO METAFÍSICA DOS ESPÍRITOS FORA DO CORPO.

Os espíritos fora do corpo podem ser vistos, sentidos, ouvidos pelo ser humano e outros animais. Ou seja, os espíritos também podem ser um conhecimento empírico e sensorial.



O CONHECIMENTO É UMA CRIAÇÃO E PRODUÇÃO VITAL.

A vitalidade produziu mecanismos sensoriais, instintivos, emocionais, psíquicos, inconscientes, conscientes e lógicos para a produção do conhecimento. Principalmente na assimilação e correlação de objetos e fenômenos fora da mente.

Esta criação e produção não ocorreram por causa de uma vontade de criar o conhecimento, ou uma lógica racional, mas sim, ocorreu pela vitalidade para amoldar o ser ao mundo externo, para que o mesmo usasse o mundo externo para a sua sobrevivência.

Assim, o conhecimento é uma consequencia de uma vontade vital para existência do ser num meio externo. E dele tirar o seu sustento. E sobreviver.


Por isto a vitalidade criou e produziu mecanismos sensoriais, instintivos, psíquicos, mentais e lógicos para a sobrevivência do ser. Temos aí a causa da origem do conhecimento. Que foi uma vontade do poder vital e potencialidade vital.

Pode-se dizer que antes de qualquer coisa o conhecimento é uma verdade vital, sensorial e psíquica. Absoluta para o ser quando em relação ao puro ser. Assim, a vida construiu a racionalidade, a lógica e o conhecimento.

Todos os animais têm a sua racionalidade, logica, instintos, emoções, sentimentos e conhecimento. Todos animais sabem as estaçoes do ano, sabem quando está para chover e se esta chuva é duradora ou não, e intensa ou não. Ou seja, eles tambem tem o seu conhecimento.

E todos nascem com potencialidades para desenvolver estas qualidades. Ou seja, as potencialidades para desenvolver qualidades nascem com os animais.

AS POTENCIALIDADES SÃO INATAS AO SER, É UMA QUALIDADE VITAL. É GENÉTICO TRANSCENDENTAL.

Todo animal selvagem quando ainda na fase uterina já possui potencialidades para desenvolver um grande alfato e instintos. Isto é inato.

E quando vai se desenvolvendo vai tambem desenvolvendo todos os sentidos e produzindo conforme suas potencialidades uma assimilação com o mundo externo. Clima, solo, presas, predadores, cheiros, etc. e eles desenvolvem neste ponto o seu conhecimento. Como consequencia de mecanismos para sua sobrevivência.

Logo, o conhecimento não é inato e nem só a posteóri.

Mas sim, é uma causa da necessidade e produção vital.

E o ser já é gerado com potencialidades que vão se desenvolver, e juntamente com o mundo externo vai produzir o conhecimento.

POTENCIALIDADES + MUNDO EXTERNO = CONHECIMENTO E RACIONALIDADE.

Os animais selvagens não apenas conhecem o clima, solo, e outros fenômenos externos, mas a sua vida segue uma lógica existencial para a sua sobrevivência.

As potencialidades são vitais e inatas que vão criar e produzir o conhecimento, conforme estas potencialidades anteriormente produzidas.


OUTRAS FORMAS DE RACIONALIDADE E DE CONHECIMENTO.

Emoções, instintos, sentidos, sentimentos, elementos psíquicos, inconscientes são tipos e características de racionalidade e de conhecimento. Ou seja, o conhecimento e a racionalidade não são apenas aquele que o ser adquire com seus elementos interno numa assimilação do mundo externo e interno.


ENGENHARISMO CRACIOBIOLÓGICO

A vida e uma consequência de vontades, poderes e engenharia.

e uma programação para o perfeito funcionamento da vida.

O ser é vontade, é mente, é razão, é transitoriedade, etc.



VITALISMO TRANS-PERFECCIONISTA.

A vitalidade tem o poder de criar nela e para ela funções, órgãos, instintos, sentidos, metabolizações para manter a vida.

Isto vai contra o mecanicismo e materialismo e a seleção natural.

Não é uma seleção , mas sim uma produção natural regida pela própria vitalidade e poder vital.

A produção vital ocorre dentro do próprio ser.

Os seres menores são os que mais tem tempo de vida, quando comparado com o seu tamanho-peso.

Isto pode ser confirmado nas bactérias, formigas, etc.

A evolução não é o caminho para os mais complexos, mas sim para os que mais vivem.


Origem e desenvolvimento pela potencialidade de criar e desenvolver e conforme a necessidade de produção para manter a vida.

Ou seja, a vida pode criar infinitos órgãos, funções, sentidos, metabolizações, instintos, inconscientes para manter a vida.

Ou seja. Os fenômenos vitais são criados, potencialisados, desenvolvidos, aperfeiçoados enquanto vai passando de ascendente para descendente. Ou seja, de pai para filho.

Ai se TORNA INATO PERFECCIONISTA. Ou seja, transfere num estágio, com potencialidade para se aperfeiçar em outro ser.

O outro ser para este novos fenômeno será um hospedeiro potencialisado para o aperfeiçoamento.


OU SEJA, TEMOS AÍ.

A ORIGEM CONFORME A POTENCIALIDADE E A NECESSIDADE E USO.

O DESENVOLVIMENTO E APERFEIÇOAMENTO PELA POTENCIALIDADE.

A TRANSCENDÊNCIA HERDADA PARA O APERFEIÇOAMENTO.

Assim, os fenômenos não estavam inatos quando o ser começou a surgir.

Foram sendo criados por potencialidade para o surgimento de novos fenômenos.

Criaram potencialidades para aperfeiçoar estes fenômenos.

E desenvolveram condições e fenômenos para transcender aos descendentes e estes terem condições e potencialidade para continuar este aperfeiçoamento.

Ou seja, a emoção, os instintos, sentidos, órgãos, não nasceram com o primeiro ser, mas durante a existência e vida eles foram sendo criados e sendo desenvolvidos, alguns em uma época e outros em outras.

E fenômenos que ajudaram a construir outros, com potencialidades já desenvolvidas.

A MATÉRIA É UM ESTÁGIO INTERMEDIÁRIO, OU SEJA, ELA SURGE DO ESPAÇO DENSO E DA COMPRESSÃO DO MESMO. E DESTE ESTÁGIO QUE A VIDA SURGE COM SUAS POTENCIALIDADES E CRIAÇÕES. SENDO REGIDOS PELO PODER DIVINO.


Fora da pressão atmosférica existe também pressão, e isto é provado cientificamente, ou seja, o que causaria esta pressão sobre gases no espaço. Logo há mais fenômenos no universo de que podemos imaginar.

O espaço denso é uma prova de como aglomerados de galáxias se formam, produzindo um formato de caracol. Envolta de um centro sem nenhum outro aglomerado, galáxia ou estrela. Ou seja, se movimentam rotacional e translacionalmente em torno de um vazio.

Considerando, assim, não necessitam de um campo gravitacional no centro para produzir a sua rotação, translação e afastamento. Logo só pode ser por causa da sua própria energia.



Assim, temos categorias e estágios de formas e estruturas do universo.

Que são. Espaço denso. Matéria e energia. Vida. Vitalidade [ inserida de poderes e potencialidades]. Mente. Espírito. Deus.




VITALPSICOFUNCIONALIDADE.

PSICOVITALTRANSCENDENTALIDADE.
Mecanismo criados pela vitalidade para produção e transferência da vida. Sempre em direção a perfeição.


1-CRIA MECANISMO PARA A TRANSFERÊNCIA DE CARACTERÍSTICAS dos seres aos descendentes.
Genética.



2-CRIA MECANISMOS DE APERFEIÇOAMENTO DE CARACTERÍSTICAS FUNCIONAIS, metabólicas, morfológicas que são transmitidas a novos seres.
Evolução psicodirecionada.



3-CRIA CAPACIDADE DE COORDENAR TODAS AS FUNÇÕES vitais, psíquicas, metabólicas, e transcendentais, produzir anticorpos compatíveis a invasores ao perfeito funcionamento anteriormente programado.
Psicovitalismo.


4-CRIA MECANISMO DE PRODUZIR E SINTETIZAR elementos químicos, funções físicas, químicas, biológicas, metabólicas, de produção de energia no interior do ser. De mecanismos psíquicos.
Psicovitalbiofisicoquimico.


5- vitalfisica – criação pela vitalidade de absorver e metabolizar energia.


6- vitalquimica- criada pela vitalidade para transformar e metabolizar elementos químicos.


7- vitalpsiquica –criada pela vitalidade para coordenar todas as funções vitais, físicas, químicas, de energia, metabólicas, de defesa e ataque [ reconhecimento de invasores e produção de anticorpos]. de reprodução, transferência da vida na produção de descendentes. E a psíquica.






TEORIA DA VITALFUNCIONALIDADE.

Mecanismos criados pela vitalidade para a funcionalidade, perfeição e transcendência da vida.



A BALANÇA DA VIDA.

Os seres menores de tamanho e de peso são os que têm mais tempo de vida, em proporção ao seu tamanho, se compararmos o seu tamanho e peso com os outros seres maiores.

Se compararmos uma formiga com o homem, veremos que a formiga pode passar de mil anos.

Este é um dos grandes enigmas da vida e da evolução, pois se os maiores são os mais evoluídos e produzem maiores funções vitais.

Por que a evolução não produziu capacidades vitais para manter estes seres com maior tempo de vida?

A resposta pode estar no elemento primordial para a vida e para a morte. Que é o oxigênio. Que é o elemento fundamental na respiração e metabolização química e produção de energia.

Porem, também prejudica as funções vitais, levando as células a morte. Com consequencia o envelhecimento e a morte do ser.

Enquanto os menores possuem menos material vital, e usam muito menos o oxigênio.

Existem besouros que nascem num meio tampado com pouco oxigênio, e ainda consegue viver por alguns dias.


Ou seja, a evolução ainda não cuidou de todos os detalhes para produção e permanência da vida.


TEORIA DA COMBINAÇÃO GENÉTICA.


Além do psíquico transcendental de pais para filhos. A combinação genética é fundamental na estrutura do ser, evolução, metabolismo, produção de hormônios, doenças, desvios psiquicos e eufóricos.

Tendências a depressão, psiquismo, introversão e extroversão.

Na combinação genética se tem a causa dos desenvolvimentos, evolução, funcionamento bom ou ruim, mutações, e má funcionalidade metabólica, física, química, biológica, e psiquica.

A combinação genética dos pais determinam a vida dos filhos.

Os pais não precisam ter os desvios.

Mas a combinação genética dos dois pode acarretar uma mutação, uma doença, um desvio psíquico, ou um desvio metabólico direcionado para uma mutação ou um futuro ser ou espécie.

E desta combinação acarretar mudanças em outras combinações futuras.

Alguns podem e tem tendências a um tipo de funcionamento orgânico e a desenvolver doenças e desvios.


O ser antes de nascer já tem a sua estrutura vital, racional e existencial traçada. Antes da fase uterina.

Temos aí a causa fundamental da origem de novas espécies, e de desvios psíquicos, e mau desenvolvimento metabólico. E a tendência a doenças como câncer, diabetes, Parkinson, surdez, cegueira, e todos outros.


Uma família sem histórico de determinada doença nos antepassados e pais, pode ter alguns ou todos os filhos com aquela enfermidade.


A combinação genética determina o tipo e alcance de lógica e de racionalidade do ser, através das potencialidades.

A vitalidade é uma racionalidade transcendental sobre si que visa o direcionamento e funcionamento vital.

Racionalidade não é apenas o conhecimento, mas as infinitas formas de se rege um funcionamento ou metabolização.


POTENCIALIDADES ASSIMILADORAS.

O ser não tem o conhecimento do mundo externo, mas sabe que vai encontrar o mundo externo e vai precisar e sobreviver com ele. Por isto que, o ser nasce com potencialidades para assimilar e registrar o mundo externo.

O poder vital e a vitalidade construíram potencialidades e mecanismos para esta assimilação e registro.

Assim, além dos sentidos,, instintos, emoções, sentimentos, inconscientes, conscientes, e outros mecanismos a vitalidade construiu outros mecanismos, que são as potencialidades assimiladoras de sobrevivência e registro do mundo externo.

Como pensamento lógico, indução, dedução, sonhos, aptidões para cálculos, gráficos, desenhos, pensamento metafísico, e outros.

Os animais selvagens nascem com o instinto de preservação mais apurado do que o homem, pois sabe que pode deixar de existir se não for bem ágio.

São formas de conhecimento os odores, a camuflagem, proteção à prole, e vários outros mecanismos criados e utilizados pelos animais.

Assim, temos um conhecimento que depende da vitalidade, porem o conhecimento não existe no ser antes dele ter o contato com ele, ou ter um desenvolvimento lógico ou metafísico do mesmo. Ele tem a potencialidade de assimilação do mundo externo.

Que a vitalidade construiu estes mecanismos durantes milênios até chegar aquele ser.


MAS, EXISTE CONHECIMENTO NATURAL QUE JÁ NASCE COM O SER, QUE SÃO OS VITAIS.

1-Por exemplo, um filhote quando apenas nasceu e que nunca teve contato com uma pedra, não vai ter imagem na sua mente de uma pedra, logo, para ele a pedra não existe, e quando chegar perto da pedra não vai correr de medo.

2-Mas se chegar perto de um leão, ele vai tentar se esconder. Ou seja, ele não conhece o leão, mas tem a potencialidade como mecanismo de proteção que o leão pode tirar a sua vida.

3-E outros animais vão trocar de cor, exalar cheiros para se proteger de outros perigos.

Temos aí três tipos de conhecimento.

No primeiro ele não desenvolveu mecanismos de conhecimento e defesa para a pedra.

No segundo ele desenvolveu mecanismos e potencialidades para o reconhecimento do leão, pois neste caso é vital este reconhecimento, e os seus antecedentes desenvolveram potencialidades e mecanismos para o reconhecimento do perigo. Ou seja, ele não tem o conhecimento, mas tem a potencialidade para produzir este conhecimento.

No terceiro ele tem o conhecimento de suas potencialidades como formas de mecanismos de proteção. E tem a potencialidade de assimilação do perigo e do mundo externo.


A teoria do conhecimento é também uma teoria vitalógica.




SOBRE O TEMPO –

Existem dois tempos.

O tempo psíquico cognitivo que a mente o produz através da memória e do movimento e tempo de produção da racionalidade.

E o tempo enquanto fenômeno – que este pode ser considerado como o estagio processual e de vida do fenômeno. E a velocidade em que ele se desenvolve.

Ou seja, um construído pela mente e cognição.

E outro da própria essência do fenômeno no seu puro ser. Que é o registro de estágios e movimentos dos fenômenos.

Porem, o tempo não existe como coisa em si, como fenômeno, como puro ser.

O que temos são os movimentos e uma referencial no presente que registra o passado e sabe que pode acontecer o futuro.

Logo, o tempo e o espaço não variam, não mudam por que o espaço é absoluto em si, e tempo não existe como fenômeno em si.

O que pode dar uma concepção de variação de tempo e de espaço é a própria mente.

SOBRE O ESPAÇO –

O espaço pode ser uma construção da noção do ser de espaço pela sua mente e cognição.

Uma criança na barriga da mãe tem uma noção daquele espaço em que vive.

Ao nascer as coisas são grandes, as estradas enormes. Quando fica velho e volta aquele mesmo lugar verá que as coisas não eram tão grandes, e as estradas curtas e pequenas.

Ou seja, o espaço para o homem é uma consequência da sua mente e da sua cognição.

E os fenômenos e o mundo fora do homem têm as suas dimensões, e densidades.



O MOVIMENTO SEGUE A MESMA ORDEM.

O movimento psíquico e cognitivo. Que depende do estágio psíquico e cognitivo da pessoa. Uma criança tem uma noção muito mais veloz de um mesmo movimento de um adulto. Ou seja, depende do estágio em que de amadurecimento vital e cognitivo em que o ser se encontra.

E tem o movimento na sua forma em si de puro ser. Ou seja, o fenômeno que se processa e se acelera e freia no espaço. E os estágios em que passa este fenômeno.

A inércia e o repouso não têm haver com o movimento.

A mente, o psíquico e o cognitivo também são fenômenos.



TEMOS AÍ DUAS REALIDADES. UMA DO PSÍQUICO COGNITIVO E OUTRO DO FENÔMENO EM SI NO PURO SER.

COM ESTES EXEMPLOS PODE-SE AFIRMAR QUE A REALIDADE DO CONHECIMENTO VARIA DO ESTÁGIO VITAL EM QUE SE ENCONTRA O HOMEM.

E NÃO CHEGA A VERDADE ABSOLUTA DO FENÔMENO TANTO NA MENTE, QUANTO FORA DELA. OU SEJA, DO FENÔMENO EM SI.

OS MICROSCÓPICOS NÃO CONSEGUEM VER O SE TEM DENTRO DE UMA BACTÉRIA OU VÍRUS. MUITOS FENÔMENOS QUE TEMOS COMO ABSOLUTOS SÃO INDUÇÕES.

OU SEJA, A VERDADE AINDA NÃO CHEGOU NA SUA ESSÊNCIA ABSOLUTA. ESTÁ INDO À DIREÇÃO DESTA ESSÊNCIA ABSOLUTA.

A vitalidade é uma racionalidade em si e sobre si que está e ocorre dentro dos seres, pois age e rege o seu funcionamento sobre si. Logo, não é uma racionalidade mental, mas vital. E que ocorre numa forma de transcendentalidade interna. Ou seja, sobre si mesma.

O divino também é uma racionalidade, pois ele rege a harmonia cósmica, onde produz condições físicas, astrofísicas, astronômicas, cosmológicas e químicas para a harmonia cósmica e a produção da vida e da própria racionalidade.

O que seria do sistema solar se os astros não seguissem um fluxo de desintegração e reestruturação. E se os planetas não tivessem um afastamento ínfimo do sol.

O conhecimento e a racionalidade não são apenas o que existe dentro do homem, mas existem outras formas e em outros seres. Pois o conhecimento não é uma exclusividade do homem.

Uma bactéria, ou vírus sabe quando devem mudar as suas estruturas internas para a permanência de suas vidas.

Um gambá sabe quando deve exalar o seu cheiro para afastar os predadores. Mecanismo este já construído por seus antepassados para esta função.

Ou seja, todos animais, o homem, vírus, o divino, as plantas, a vitalidade possuem formas racionais. E que é também uma forma de conhecimento.

Inteligência vital. Gracelianismo. Ser é o poder.

O PODER E A INTELIGÊNCIA VITAL PRODUZ E DETERMINA A VIDA COM DIRECIONAMENTO DO PODER DIVINO.
O PODER VITAL PRODUZ A INTELIGÊNCIA VITAL E AMBOS PRODUZEM A VIDA, O SER , A MENTE, O CORPO MATERIAL , FUNCIONAL, SINTETIZADOR E PROJETOR DO SEU FUTURO. Daí temos o temos o ser poder, poder vital, e transcendental que é o homem, os animais e vegetais com suas funcionalidade essenciais e próprias.
O ser é o poder, pois o que existe é o poder em forma de função, vontade, inteligência, processos, sintetizações, corpo, transcendência e perpetuação pela reprodução.

Temos aí o agente – poder. E o objeto – que é o que o poder produz.

Vemos aí que o poder primeiro emana de Deus, que dá vida e consistência ao poder vital.




A vida através de seus poderes vitais constrói mecanismos de perpetuar a vida através da reprodução e produção de órgãos, hormônios e glândulas , e preparando o corpo vital para o processo de perpetuação e melhoramento vital e funcional do próprio organismo.

Pois a mesma é sabedora da sua limitação existencial e desaparecerá se não produzir e desenvolver mecanismo vitais e funcionais inteligentes para a própria vida.

A morte não é uma conseqüência genética, mas sim funcional, pois os gases absorvidos pelo organismo e sintetizados pelo mesmo e que parte não consegue sair das células e que se transformam continuamente passam a envelhecer e enrigecer- deixar dura as células, levando a morte de muitas, dificultando o seu funcionamento e produção de energia e sintetização de homonios, com isto forma-se um ciclo sempre menorr intensidade de funcionamento, levando o ser vivo a doenças e a morte.

Quando colocado em um meio com grande oferta de componentes vitais aí a vida se renova, inicia outra, perpetuando a vida. Por isto que os seres vivos se produziram condições , órgãos, hormônios, épocas favoráveis. Vemos os ovos, as placentas com tamperaturas e líquidos e hormônios que dão condições para este inicio da vida , e a perpetuação.

Os ovos que são fontes de proteínas e dependem de acréscimos de temperaturas para serem chocados, e os produtores sabem que precisam produzir a temperatura sobre eles.

Nas plantas, vemos que uma planta velha tende a morrer, perdendo galhos até desaparecerem, porem uma semente, broto ou galho retirada e colocada num outro local ai a vida se renova e reinicia a vida e mantem a perpetuação.

Nas plantas acontece o mesmo que nos animais, os gases e componentes químicos e processos físicos diminuem com o tempo de funcionamento, pois parte dos gases não consegue ser expelido se transforma em outros gases internos, diminuindo o funcionamente vital da planta, sempre produzindo um ciclo sobre outro , decrscendo progressivamente a vitalidade da planta.


HORMÔNIOS NAS SEMENTES PARA GARANTIR A VIDA.

Por isto que as plantas produzem sementes com grande quantidade de hormônios, brotos e galhos que facilitam a sua reprodução.

A semente é uma parte da planta que já é produzida com finalidade de sair , ser expelida da planta para ser germinada fora e manter a reprodução e manter a perpetuação da própria planta.


PRODUÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE SENSORES NAS SEMENTES PARA A MANUTENÇÃO DA VIDA.

As plantas desenvolveram sensores térmicos e de luz para orientar as raízes das sementes, para irem em direção ao solo e poderem brotar. Ou seja, os sensores das raízes se desenvolvem em sentido contrario à luz e a temperatura, com isto a germinação é em grande parte garantida, enquanto as folhas se desenvolvem em direção à luz.

É como se elas soubessem que se as raízes não entrarem em contato com a terra o processo de germinação seria interrompido. Por isto a produção e desenvolvimento destes sensores nas sementes quando as mesma caem sobre o solo e esperam a sua vez de germinar.



a realidade da racionalidade é produto da vitalidade.


A realidade e a racionalidade não é produto de um processo ou estagio histórico.

mas sim de um processo e estagio vital.

Pois o que forma o homem, a realidade e a racionalidade e emocinalidade como a psico e a existencialidaade do ser é o estagio vital em que ele se encontra.

E a partir daí é que ele vai formar a sua realidade e a historicidade.

Ver. produzir
Critica da razão vital.


A realidade não se processa em causa e efeito, espaço e tempo, mas sim em poderes agindo sobre poderes e transformando a realidade. O invisível sem forma, densidade, sem estrutura agindo sobre a estrutura e a transformando.

O universo vital determina a realidade. E não a historicidade.

O ser é um elemento e componente, do universo vital.

Ele é o resultado do processamento do universo vital que ocorre nele, e o produz.

E ao mesmo tempo ele é parte deste universo vital, por isto ele é sujeito e objeto deste universo vital.

Ele é parte ativa e passiva do universo vital.

O UNIVERSO VITAL É O PODER VITAL E DIVINO INSERIDO NA VITALIDADE.

É O CONJUNTO DE PODERES E FENOMENOS QUE SE DESENVOLVERAM E PUDERAM TRANSCENDER.

É O FUNCIONAMMENTO VITAL DE TODO ORGANISMO.

É A PSIQUE REGENDO E SENDO PARTE DO PROPRIO UNIVERSO VITAL.



Teoria da engenharia e harmonia cósmica.

A formação, integração e desintegração de astros.

A reintegração, carreamento em direção ao equador para forma novos astros, o afastamento, a variação da inclinação e da excentricidade. Tudo isto possibilitando que o astro tenha condições de produzir a vida. Confirma-se que o cosmo é parte de uma engenharia voltada para uma harmonia



Potencialidade não é a potência aristotélica.

Mas sim a capacidade de transformar, é poder transcendental. Do vital sobre si na produção do novo e do outro.

Transcendental não é a transcendentalidade kantiana.

Mas sim o fenômeno que transcende sobre si mesmo e que se transforma por poderes vitais. A vitalidade agindo sobre si.

Transcender é transcende sobre e dentro de si por poder vitais anteriormente desenvolvidos.

TEMOS AQUI DOIS TIPOS DE CONHECIMENTO. O VITAL ABSOLUTO EM SI. E O QUE O VITAL POSSA PRODUZIR COM SUAS POTENCIALIDADES E CONFORME O ESTÁGIO EM QUE SE ENCONTRA.

O vital é absoluto e transcendental sobre si, na forma de puro ser.

E o segundo e dependente do estágio em que se encontra a vitalidade na produção da mente.


O conhecimento é o conhecimento vital na sua essência de ser que é o puro ser na forma de fenômeno. Ou seja, não é o conhecimento mental, da memória, do pensamento, do homem. Mas sim o conhecimento regido por poderes vitais que regem a vida e o funcionamento dos seres e sua transcendentalidade.

Este universo vital que vai produzir o conhecimento humano conforme suas potencialidades e estágio de desenvolvimento. Ou seja, o cérebro, os sentidos, os instintos, sentimentos, emoções, inconscientes, consciência, mente, etc. vão produzir um conhecimento conforme o estágio vital em que se encontra.

A lógica é um desenvolvimento da vitalidade na mente dos seres. É bom ressaltar que não é só o ser humano tem pensamento lógico. Outros animais também o desenvolveram, uns com uma lógica mais aprimorada, outros menos.

O INCONSCIENTE VITAL NA ASSIMILAÇÃO, PRODUÇÃO E LOGICIDADE DO CONHECIMENTO.

PRODUZIMOS O NOSSO CONHECIMENTO CONFORME TODOS OS ELEMENTOS VITAIS QUE NOS FORMA.

Assimilamos o mundo externo conforme o nosso inconsciente vital e transcendental.

Ou seja, produzimos um universo de significados, símbolos e logicidade conforme o nosso inconsciente vital e transcendental.

Ou seja, somos o resultado de um processo vital longo e duradouro que vem se estruturando e se desenvolvendo por milênios. E que o estágio vital que nos encontramos deste processo que o nosso inconsciente é produzido. E produzimos o nosso conhecimento conforme todos os elementos vitais que nos forma.

Um ser que não tem um desenvolvimento alfativo bem desenvolvido não terá um conhecimento profundo de muitos cheiros.

O mesmo vale para todos os outros sentidos.

E vale também para o estágio de desenvolvimento do inconsciente, sensações, instintos, consciente, logicidade, sentidos, sentimentos, emoções, pensamento, racionalidade, etc.

Assim, a razão é o universo vital e o estágio de potencialidade em que ele se encontra.

Pois, assimilamos os fenômenos conforme o universo vital e sua potencialidade. E a partir desta condição produzimos o nosso conhecimento.

Temos aí,

1-o vital em si, sobre si, e transcendental que é uma forma regedora da vida, logo, é em si um conhecimento.

2-Os elementos vitais que são em si um conhecimento.

3-O mundo externo e os fenômenos externos. Que não é um conhecimento.

4-A receptação e assimilação deste mundo externo pelos elementos vitais. Que é um conhecimento.

5- o conhecimento metafísico.


O CONHECIMENTO É NATURAL E FAZ PARTE DA NATUREZA DOS SERES.

É UMA CONSTRUÇÃO DA VITALIDADE.

Ou seja, conhecemos até onde chegamos, até onde a vitalidade que nos produz conseguiu produzir elementos para produção do conhecimento.

E o conhecimento não é obra do acaso, mas, sim de uma necessidade. Pois, nós seres conhecemos os alimentos por que é necessário para a nossa existência.

O mesmo acontece, com os instintos de proteção e vários outros elementos. Ou seja, o conhecimento é uma produção vital.

Morcegos desenvolveram órgãos para se locomoverem na noite, ou seja, ou seja, eles tem um conhecimento que não temos. Isto acontece com todos os animais. Cada um tem os seus órgãos, e sua funções que se transformam em conhecimento.

O inconsciente vital é uma forma de conhecimento que está dentro de nos e que não temos conhecimento total dela.

Ou seja, o conhecimento é vital e uma consequencia do desenvolvimento vital em que se encontra cada ser.

O conhecimento nos seres não é a ordenação mental, mas sim, os elementos vitais que a vitalidade produziu em cada ser. E cada um com uma intensidade diferente. E outros não possuem certos elementos que outros possuem. Como no caso de morcegos e golfinhos.

Como exemplo, pode citar. Instintos, sentidos, sentimentos, funções fisiológicas, funções vitais, metabolizações, inconscientes, conscientes, emoções, psiquê, memória. Etc.

O conhecimento metafísico – no caso do divino, da alma, e de espíritos foi um reconhecimento que estes seres existem e fazem parte da nossa existência. Independente de que alguém possa vê-los ou senti-los.


Ou seja, não conhecemos através de propósitos regidos por sentimentos e emoções, mas sim, o conhecimento nasceu de uma necessidade vital e existencial para a perpetuação do ser. Assim, o conhecimento é uma produção vital para suprir uma necessidade vital e existencial para a transcendentalidade do ser.

Neste ponto a vitalidade construiu elementos e mecanismos para o ser assimilar o mundo externo para que o mesmo pudesse tirar dele o seu sustento, sua reprodução, sua família e sua eternização.

Ou seja, o conhecimento é uma construção que ocorreu dentro do ser através da vitalidade, para servir ao próprio ser.

É como a produção de um órgão, uma metabolização, a mente, o inconsciente, os instintos, etc.

Porem, o ser não conhece o mundo externo antes de ter contato com ele. Porem, um feto já tem contato com a temperatura e sentimentos da mãe.

E o ser é gerado e nasce com potencialidades para assimilar o mundo externo.


O CONHECIMENTO NUNCA SERÁ ABSOLUTO, POIS TODAS ESPÉCIES CONSTROEM ÓRGÃOS E ELEMENTOS PARA SUA SOBREVIVÊNCIA E CONHECIMENTO DO MUNDO EXTERNO. LOGO, O CONHECIMENTO É RELATIVO AS ESPÉCIES E AOS SERES.

DEPENDE DO ESTÁGIO VITAL EM QUE O SER OU ESPÉCIE SE ENCONTRA.


A vitalidade que é uma racionalidade transcendental produz elementos, órgãos, funções para o ser conhecer o mundo externo para a sua sobrevivência.

Temos aí duas formas de conhecimento. A primária e a secundária.


NÃO É A ORDEM DO PENSAMENTO LÓGICO QUE REGE E O CONHECIMENTO E A RACIONALIDADE, MAS SIM O PODER VITAL, AS POTENCIALIDADES VITAIS QUE CONSTROEM ELEMENTOS VITAIS PARA A SOBREVIVÊNCIA DO SER.

Ou seja, a necessidade para a sobrevivência do ser foi construído o conhecimento. E o conhecimento é mais um elemento vital em função da continuidade e produção da vida.
Conhecemos o que o poder vital e potencialidade construíram. Ou seja, podem existir infinitos fenômenos no universo que não temos conhecimento deles, por que não tem utilidade para a sobrevivência da vida. E a vida não construiu elementos para reconhece-los e assimila-los.


A REALIDADE SEGUE ESTA ORDEM.

Deus – poder - espaço denso – cosmo - vitalidade e vida - potencialidade e poder vital – elemento vitais – mundo externo ao ser – conhecimento.

O tempo não existe como coisa em si.

O espaço existe fora do ser e dentro na concepção do ser.

A causa não existe, o que existe é uma seqüência de fenômenos. Pois todo fenômeno leva e produz o outro, mas isto é parte da essência da realidade.

Deus rege a ordem do universo, a vontade da vitalidade, rege o poder e a construção do conhecimento.

O Deus não é só o Divino da fé, mas o de poder, da ordem, da harmonia, da lei, da vida e da potencialidade, dos elementos vitais na produção da razão e do conhecimento. Pois se não houvesse uma harmonia cósmica, não haveria a vida, o ser e a racionalidade e o conhecimento.


Assim, a vontade e a ordem inicia com o Divino, que vai refletir no cosmo, na vida, nos elementos vitais e na produção do conhecimento.

Assim, o conhecimento não é pensamento e nem a coisa em si, mas sim uma necessidade vital construída pela potencialidade vital para servir ao ser na sua sobrevivência.


O CONHECIMENTO É UMA CONSEQUENCIA DE PODER, POTENCIALIDADE VITAL E É UM ELEMENTO, UM FENÔMENO E UMA RELAÇÃO ENTRE MUNDO EXTERNO COM O INTERNO.

O divino [mundo externo] produz o interno [vida, vitalidade e elementos vitais], que produz o conhecimento [assimilação do mundo externo pelo interno].

Assim, o conhecimento não é só fenômeno, mas causa e consequencia de poder divino e potencialidade vital. E elemento vital e fenômeno vital. E relação mundo externo e com o interno.

Elemento vital como produção da mente, e fenômeno vital como assimilação do mundo externo pelo interno.

ASSIM, O CONHECIMENTO TEM UMA ORIGEM DIVINA E DE PODER E É UMA RELAÇÃO ENTRE MUNDOS.

Do divino para o vital, do vital para o de potencialidades e elementos, e do vital para o externo da vitalidade.

Ou seja, não é a mente que produz o conhecimento, mas sim a potencialidade vital.

A ordem existe antes do pensamento e da mente, o divino já produziu a harmonia das coisas, das potencialidades e dos fenômenos, tanto no vital quanto fora do vital.

Não é a vontade de conhecer que produz conhecimento, mas a potencialidade vital para a necessidade de sobrevivência do ser.

Reproduzimos o mundo externo em nós para dele suprir nossas necessidades vitais de sobrevivência, por isto a vitalidade produziu órgãos, instintos, emoções, sentidos, inconscientes. Percepção, logicidade, etc.

Ou seja, o conhecimento não é apenas uma faculdade, mas uma necessidade que teve um direcionamento anterior ao ser e a vida.

Não é fruto de uma estética de sensações e de vontades, mas de potencialidades, necessidade e de relação.

A ordem não é só a ordem da mente, mas a ordem e harmonia divina que trabalha em função do desenvolvimento da vida.

Não é obra do acaso, mas tem um propósito na sua origem e na sua produção.

Não existe na mente como num processo dialético idealista. Mas existe na vitalidade e na relação. Mundo interno e mundo externo. Vitalidade e fenômeno.

Ao machucarmos um dedo, aquela dor se encontra mais no dedo do que na mente, e mais em todo o corpo do que na mente.


O CONHECIMENTO É VITALISTA.

Assim, o divino que produz o poder e a potencialidade, produz o ser e suas potencialidades, que irá produzir elementos e funções para suprir suas necessidades vitais. E a razão e o conhecimento são uma delas. Logo, o conhecimento não é o que temos na mente através do pensamento, vontades, ordem, mas o que o ser precisa e necessita para a sua sobrevivência.

Logo, o conhecimento antes de ser idealista, é uma vitalidade produzida por potencialidades vitais, na forma e produção de elemento vital, construído com propósito vital para suprir as necessidades vitais. Logo, é um fenômeno vital e que é uma consequência de um propósito cósmico e divino.

Assim, o conhecimento é um ser, um fenômeno, um propósito, um elemento vital, uma relação, uma necessidade, uma produção que está em desenvolvimento.

E não se desenvolve por causa do outro, do contrário, do fenômeno fora de mente, logo, não é dialético.

Mas sim, se desenvolve dentro da estrutura e potencialidade vital conforme vai se desenvolvendo estas potencialidades e a necessidades do seu desenvolvimento. Para suprir a necessidade da sobrevivência.


A VIDA E O CONHECIMENTO SE DESENVOLVEM ATRAVÉS DA AÇÃO DAS POTENCIALIDADES.

O CONHECIMENTO NÃO É IDEALISTA, MAS UM POTENCIALISTA VITALISTA.

Ou seja, não é o fenômeno que se desenvolve e regem o desenvolvimento para o propósito de produzir sentidos, mentes, órgãos para a produção do conhecimento, mas sim o que se desenvolve é a potencialidade, e esta por sua vez agir sobre a funcionalidade e estruturalidade vital direcionando a vitalidade para qualquer tipo e intensidade de funcionamento e desenvolvimento.

Assim, o fenômeno vital muda através da ação da potencialidade.

Logo, o conhecimento não é idealista, mas um potencialista vitalista.


COSMOLOGISMO E METACOSMOLOGISMO GRACELIANO.

Fundamentos para uma religião.

Autor . Ancelmo Luiz Graceli.

A realidade são uma interação e universalidade de fenômenos, categorias, ações, poderes, do divino ao cósmico, do cósmico ao metacósmico, do metacósmico ao metafenomênico e metaexistencial. E destes ao universo racional e de direcionamento próprio.


Assim, temos.

Uma razão cósmica, e uma análise para uma razão cósmica e crácio meta e fenomênica.

E se fundamenta num universalismo teo-cosmológico.

Onde o poder divino e poder cósmico, e poder vital, e poder vitalpsíquico agem sobre as três formas de realidades.

A DE PODERES [CRÁCIO].
O META [PROPÓSITO METAFENOMÊNICO, E PROPÓSITO METAEXISTENCIAL].
A REALIDADE CÓSMICA E FENOMÊNICA.

Assim, no crácio temos.

O poder divino.
O poder cósmico.
O poder vital.
O poder vitalpsíquico

Na metarealidade temos.

O metacósmico.
O metaexistencial.
O metafenomênico.
O metavital.
O metapsíquico.
O metaracional.
O metaaprimorativo.


No fenomênico temos.

O cósmico.
O fenomênico.
O as interações e ações.
O racional.
O existencial.
O aprimorativo.
A essência da natureza vital.
O vitalpsíquico.
A racionalidade craciológica [na forma de poder].
O bio, o psíquico, o físico, o químico.

E as interações, e universalidade entre todos.


Logo, é uma teoria de poder, meta, fenômenos, interações e ações, existencial, fenomênica, do conhecimento. E hgt [hiper unificação graceliana da totalidade].

Assim, a realidade é a realidade cósmica e metacósmica.

E o cosmo tem a sua própria realidade e racionalidade que é expresso através da ordem, da harmonia, do direcionamento programado, e do aprimoramento progressivo [e não dialético].


Assim, a realidade não é dialética, não é materialidade, não é o espaço e o tempo.

E a realidade não está regida por estruturas, fenômenos, e causas e efeitos.

Pois, anterior ao fenômeno e causa e efeitos há o crácio e o meta.

E a realidade não se encontra no espaço e no tempo, pois o tempo não existe como realidade em si.

Assim, a realidade se encontra na metarealidade [no crácio e no meta].

O fenômeno e as estruturas, causas e efeitos é o que aparece do fenômeno, e não o que o que o rege e o faz ser realidade.


Assim, uma unitotalidade, uma craciologia, uma metarealidade, uma transcendentalidade sobre a realidade de partes sobre o todo e o todo sobre as partes. Um autocosmo regendo as partes que compõe e produz o todo.


METABIOLOGIA.
Assim, sob a mente consciente e o universo inconsciente está a natureza vitalpsíquica, e sobre está o crácio e o meta.

Pois eles regem a sua estruturalidade, formação, aprimoracidade, e transcendentalidade.

E a partir daí a natureza vital tem a sua realidade, racionalidade e conhecimento.

O mesmo acontece com a natureza vitalpsíquica, cósmica, metacósmica, metaexistencial e metatranscendental.

Ou seja, o cosmo, a vida o poder, a vitalidade, a mente têm a sua realidade, racionalidade e conhecimento e que todos se interagem sobre todos. E tudo sobre tudo.

Logo, racionalidade e conhecimento não é uma particularidade da mente. Mas de todos os metafenômenos num metacosmo.


CINCO PILARES CÓSMICOS DA METAREALIDADE.

A realidade estruturante e concreta, e aprimorística, a existencialidade se fundamentam em cinco pilares cósmicos da realidade.

1-O poder.
2-O metacósmico, o metavital. O metafenomênico e o metaexistencial.
3-A interação e unicidade.
4-O fenômeno.
5-E o transcendental aprimorístico

Como se vê acima a realidade não é dialética, pois ela se aprimora e se processa por uma metatranscendentalidade sobre e sob todos as coisas e do cosmo.. E uma interação e universalidade entre todas as realidades.

E na verdade a realidade é metainteração e metaunicidade regido por poderes.


Assim, somos e a nossa razão é, e somos um estágio da maturação cósmica regida por seus poderes e metarealidades.

Onde leva a realidade na sua totalidade de categoria de ser a se integrar, unir, transcender e trans aprimorar.

A permanência da vida é o propósito máximo da vida e de todo ser vivo. E para isto a vida constrói mecanismos ferramentas, órgãos e funções. Somos reproduções, imunidade, reprodução e reposição celular, funções metabólicas, mente, etc.

Ou seja, somos varias realidades numa só dentro de nós. E fora de nós.


Assim, a realidade é e se desenvolve sozinha através dos cincos pilares da realidade.

Com isto a realidade não é mecanicista, ocasonista, materialista, e dialética. E não faz parte de um processo de causa e efeito dentro dos fenômenos e sua materialidade, mas, um universo de poder, meta, interações e universalidades cósmicas.

Com isto a realidade é se fundamenta nos cinco pilares.
Logo, a realidade não se encontra no tempo ou no espaço, mas nos pilares e suas interações e em si mesma.

Não está no outro [espaço e tempo], mas em si mesma.

Não se encontra na causa e efeito, ou na fenomenia, mas nos pilares e sua universalidade.

1-O poder.
2-O metacósmico, o metavital. O metafenomênico e o metaexistencial.
3-A interação e unicidade.
4-O fenômeno.
5-E o transcendental aprimorístico


Assim, a matéria não construiria os pilares da vida, da mente, e os espíritos, o aprimoramento direcionado, a ordem e harmonia cósmica, a funcionalidade do universo vital com todos os seus órgãos e funções.

Mas os poderes, potencialidades, transcendentalidades, metarealidades, aprimoramentos naturais e metanatural que estão nos pilares cósmicos e formam o todo da realidade e suas interações.

Assim, a vida não é obra de uma evolução a partir da matéria, num processo mecanicista e ocasonista.


Assim, temos o hgt, numa só teoria temos a metafísica, o existencialismo, o vitalismo, o racionalismo e uma teoria do conhecimento.

Onde os cinco pilares cósmicos são também formas racionais, lógicas e com conhecimento próprio.

E a vida e a existência surgem e se aprimoram pelos pilares cósmicos.

TEMOS NESTE PONTO UMA INTERAÇÃO, UMA TROCA, UMA UNIVERSALIDADE, ONDE AS PARTES SE COMPLEMENTAM COM O TODO, E O TODO AGE SOBRE AS PARTES. NESTE PONTO ESTÁ O CÓSMICO.


Meta-aprimoracidade.

A realidade se aprimora por um poder, potencialidade e um rácio-poder, que leva a uma transcendentalidade lenta.

Fundamenta-se no poder e no metacosmico [externo] para o poder e metafenômeno [interno]. Assim temos o externo agindo sobre o interno, que é o craciovital, na produção da realidade. Onde há uma interação do externo para o interno e o interno sobro si, e interagindo com o todo.

Produzindo uma terceira realidade. Que é a realidade dos fenômenos, das estruturas e dos metafenômenos estruturantes, transcendentais aprimorístico inseridos dos cinco pilares e pela ação dos cinco pilares.

1-O poder.
2-O metacósmico, o metavital. O metafenomênico e o metaexistencial.
3-A interação e unicidade.
4-O fenômeno.
5-E o transcendental aprimorístico


Assim temos a realidade craciocósmica e craciofenomênica.

E a realidade metacósmica e metafenomênica, que agem produzindo a realidade crácio, meta e fenomênica. Que agem produzindo a realidade externa e interna crácio e meta, e a realidade fenomênica e transcendental.

E que por sua vez estão inseridos de direcionamentos, ordem, aprimoramento e racionalidades.

Ver metafenomenia graceliana [publicada na internet].


Com a interação e a relação encontramos a hgt [hiper unificação graceliana da totalidade].

Através do externo sobre o interno, e o interno sobre si mesmo e sobre o todo, e na produção de mudanças sobre o terceiro [terceira realidade] que são os fenômenos, a transcendentalidade e o aprimoramento.

Observação. Isto não é dialética, pois temos aí o crácio, o meta, a universalidade e o hgt.

Assim, começa de fora para dentro com o crácio e o metaexterno.
De dentro para fora com metainterno.

Onde os pilares

1-O poder.
2-O metacósmico, o metavital. O metafenomênico e o metaexistencial.
3-A interação e unicidade.
4-O fenômeno.
5-E o transcendental aprimorístico

São a sustentação do todo e são parte fundamental do todo.

Assim, este tratado sai do eixo físico, psicológico, espiritual e surge com o crácio, o meta, o cósmico, o transcendental aprimorístico, a interação entre o todo e as partes, o uno, o direcionado.

A universalidade entre a metafísica, o existencialismo, racionalismo e teoria do conhecimento.

A realidade não se processa por causa e efeito, mas pelos cinco pilares cósmicos e a transcendentalidade.
Não há espaço e tempo onde a realidade possa ser estabelecida, mas ela se estabelece em si mesma sob a ação dos cinco pilares cósmicos.

Onde temos a universalidade, a interação cósmica, estágios e poderes.

A matéria e o ocaso não servem e não são sustentáculos e agentes da produção da realidade. Mas os cinco pilares.

1-O poder.
2-O metacósmico, o metavital. O metafenomênico e o metaexistencial.
3-A interação e unicidade.
4-O fenômeno.
5-E o transcendental aprimorístico.

Assim, o mundo é o que me produz. No caso os pilares e a vitalidade.

E o que produz o que me produz é o cosmo.

E este o meta.

E este o crácio [ poder divino e poderes cósmicos e vitais].

O homem é o que é o seu universo vitalpsíquico, cósmico, metaexistencial e craciológico, logo, o homem em si não chega a existir como agente fundamental de si. Logo, nunca será um super-homem.

Logo, um homem, uma sociedade, um ser vivo não é superior a outro. Pois, estes estão sob a ação da vitalidade, e a vitalidade do meta, e o meta do crácio, e as interações e universalidades entre todos.

Assim, a moralidade não está na força, mas nos cinco pilares cósmicos.

1-O poder.
2-O metacósmico, o metavital. O metafenomênico e o metaexistencial.
3-A interação e unicidade.
4-O fenômeno.
5-E o transcendental aprimorístico.

Não está na era [a era do espírito], mas na ação dos pilares.

O mesmo vale para a realidade.

Assim,

3-     O homem não está a frente de seu organismo e da sua mente.
4-     Organismo e mente a frente da natureza vital e natureza psíquica.

5-     por sua vez estas da sua metaexistencialidade e metafenomenia.

6-     Por sua vez estas de poderes [divino, cósmico e vital. E De interações metacósmica.

7-     E das unicidade, e da hgt [ hiper unificação graceliana da totalidade].

Logo, o homem, os seres não serão super-homens, super-seres, e não caminham em direção a ser absolutos. Pois absoluto só há um – o divino.

E por sua vez o homem só o que é outra realidade que há dentro dele e que o produz. Que é a realidade e natureza vital. E todos são produtos dos cinco pilares cósmicos.



Ele não caminha para ser um ser absoluto, pois absoluto só é o divino. E também o homem é um ser que apenas é o reflexo do é o seu universo vital e psíquico e o universo cósmico, meta e crácio que o estrutura e faz parte de sua natureza.

O mesmo serve para o super-homem, pois o homem nunca será um super-homem, pois ele é apenas um reflexo.

O reflexo do é o seu universo vital e psíquico e o universo cósmico, meta e crácio que o estrutura e faz parte de sua natureza.

Não há raças de seres fortes, pois todos têm a sua natureza vital, e em muitas espécies os menores são os mais aptos. [ver teoria biológica graceliana da inversão – publicada na internet].

Não é o perdão a moral fundamental do homem, pois a sua moral fundamental já existe dentro do ser, faz parte de sua natureza vital e psíquica, que está expressa no sentimento de proteção dos filhos pelos pais, principalmente pela mãe. Que tem como meta a continuidade da vida, sua transcendentalidade e eternidade.

Ou seja, o sentimento que é uma ferramenta vital e psíquica é o principio fundamental da moral.

E isto faz parte da natureza vital e psíquica, e homem apenas a expressa e a consolida nos seus filhotes recém nascidos.

É a ferramenta de proteção que dará continuidade a vida, pela transcendentalidade e reprodução.

Ou seja, antes de existir o homem há o universo vital e psíquico.

E isto não um é inconsciente, mas uma FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.

Por sua vez o universo vital está sob a ação do universo cósmico de interações e poderes, meta e crácio, e de transcendentalidades, todos regidos pelos cinco pilares cósmicos.

Logo, o homem é o resultado do que o precedeu e o fez e o faz ser o que é. Assim, a moral fundamental não é o perdão. Mas a fenomenalidade transcendental expressa através do sentimento de proteção.

A fenomenalidade transcendental não é apenas uma genética, um inconsciente. É uma estrutura estruturante dentro do ser e que o produz.

A FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.

Não está no depois, no processo, mas está no antes, está na produção estruturante do ser, da sua vida, da sua mente, da sua reprodução e transcendentalidade.

Assim, o perdão é fundamental, ponto máximo da psicologia do cristianismo, mas a estrutura da moral já está dentro do ser vivo. O ser apenas é o reflexo deste universo que o produz.

Ou seja, o ser já nasce com a luz dentro dele, pois ele é o que o produz, e o que o produz é um universo e natureza de poderes e metafenômenos dentro da ação de um metacosmo.

Não devemos desprezar o perdão, pois é uma das maiores conquista já produzida numa sociedade e que culminou com a vinda de Cristo.

Porém, o ponto maior de uma sociedade, da moral e do ser é a luz, e a luz é a FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.

E que estão dentro do ser. E que o ser é o reflexo da FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.

E que por sua vez estes estão sob a ação do metapropósito fenomênico existencial e do universo crácio e metacósmico.

Assim temos os fundamentos para uma biologia, psicologia, sociologia, moral e uma religião.

Onde a FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.
Não é uma genética, mas rege a vida e o ser.

Onde a FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.
Não é um inconsciente, mas faz parte da natureza do ser e de sua mente e rege a mente. Pois rege os sentimentos para reger e transcender a vida.



Onde a FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.
Rege a moral, e é anterior ao ser, e o ser apenas a reflete.

Onde a FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.
Estabelece o ser como luz antes mesmo dele aceitar ser luz, antes dele nascer, e ele nasce com um universo de luz dentro dele, e um universo de luz que o produz e que ele está inserido. Que é o universo vital, meta e crácio.

Ou seja, temos neste ponto novos fundamentos para o ser, e que podem servir para uma nova fundamentação de uma religião.


A realidade, o ser, a existência, a felicidade, a racionalidade e a mente também surgem de uma FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.

Temos neste ponto uma UNICIDADE GERAL E TOTAL [HGT] entre as ciências e filosofias e uma nova fundamentação para uma religião.



Prossigamos – a realidade não se faz com [o espírito da era], mas sim com a universalidade metacósmica dos cinco pilares cósmico.

A procura do poder e da força não está no homem, mas no seu universo e natureza vital, psíquico e cósmico, que se encontra dento dele e o forma e o produz como ser homem ou mulher, e ser realidade.

A mulher neste caso leva consigo não a ânsia da força e do poder, mas ser a genitora da vida que ela carrega, e que a natureza lhe impôs esta função.

E em se tratando de sentimentalidade, a mulher tem isto mais desenvolvido para ter uma maior proteção para com os seus filhos. Que também ela apenas reflete um universo vivo e vital que a mesma carrega e transcende.

Com isto ela tem uma FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO bem apurado e bem sólida.

Logo, ser homem não é ser super, ser homem é ser o reflexo de uma realidade que está dento dele.

E ser e realidade neste ponto é uma só coisa.


Não é o homem que reproduz, mas a sua natureza vital, ou seja, ele não tem domínio sobre a sua reprodução e sua realidade.

E sobre a sua vida, pois ele morre, mas a vida transcende e se aprimora pelos cinco pilares cósmicos.

Com isto esta não é a minha moral, mas a moral do universo vital.

E não é a minha estética, mas a estética do universo vital e dos cinco pilares. Pois o belo ou o feio só os serão através dos pilares e da FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.
Só verei o belo se tiver num estágio e maturação capaz de ver e decifrar o belo ou o feio.


Assim, se há algo super é a vitalidade, pois é nela que há o poder e sua transcendentalidade, pois, ela também é o resultado dos cinco pilares cósmicos.

Prossigamos – o pensamento não está na consciência, mas no universo e natureza vitalpsíquica.

Pois, o que coordena o funcionamento dos órgãos e metabolizações é a natureza vitalpsíquica e não a mente, ou o consciente.

Por outro lado, a essência da moral e da sociedade não está no forte ou no fraco, mas na interação de todos os elementos e componentes sociais e morais, que são regidos pelos vitais, e estes pelos cósmicos.

Porém, o bem não interage com o mal, pois o bem é absoluto, e o mal transitório. E o bem sempre está cima do mal.
.

Assim, a essência da realidade, dos indivíduos, da sociedade, da moral não está na melhoria da raça, ou de seres para sobressair perante outros numa sociedade. Todos têm a sua função, isto se encontra em todas as sociedades. Principalmente das abelhas, formigas, macacos.

E todos têm a sua potencialidade vital, biológica, psíquica, sociológica, moral conforme a sua função na existencialidade.

E que se divide em.

Primeiro – da vida.
Segundo – do todo.
Terceiro – do ser.


Sobre a felicidade.

A felicidade está na harmonia do todo. Na ordem cósmica. E no poder e interação que produz o cosmo.

Logo, não é um individuo [forte ou fraco], mas o todo e sua natureza vital, e os cinco pilares cósmicos.

E o ser, em qualquer condição que se encontra [ forte , fraco ou super] não vence a morte, mas o todo, a organização, a ordem e harmonia, a interação, a vida, os cinco pilares vencem a morte.

Neste ponto o ser nunca será super, pois ele não vence os seus limites vitais e existenciais, mas a vida vence e transcende.

Pois, ele está fadado ao fim, e antes do fim à decrescência vital, biológica, psíquica, existencial e social.

Mas, perante o divino ele será eterno, pois a sua existencialidade faz parte de um propósito metafenômeno existencial e cósmico.

Esta é a compensação cósmica da metaexistencialidade.

Assim, a essência da moral é a metaexistencialidade, é a vitalidade e os cinco pilares cósmicos.

Pois, o ser é o que o produz, ele está num barco que o navega. Ele não tem o leme e nem é o motor de si mesmo. Ele não é o objeto e nem o sujeito, logo, ele nunca será um super-homem.

Assim, a religião é a mais importante criação do homem. Que é reconhecimento do seu tamanho num universo que ele só é uma pequena parte.

E a vida supera e está alem do homem. Pois, o homem já nasce na decrescência existencial, enquanto a vida que o produz persiste, transcende e se aprimora pelos cinco pilares cósmicos.

O CRISTIANISMO nivela o homem através do perdão.
O GRACELIANISMO nivela o homem através da mágica da vida – homem através do divino, dos pilares, e do que tem dentro dele – que é a natureza vital e psíquica.

Em direção a transcendentalidade.

O homem deve conhecer a sua natureza vital, metavital, transcendental, mágica e metaexistencial.

Reconhece que a vida conduz o homem, e a Deus.

Temos uma filosofia que se assemelha a uma religião, enquanto unifica e universaliza as ciências, filosofias e a religião.

Pois, a metafísica, o existencialismo, o psicologismo, a racionalidade, a moral, a estética, o conhecimento tornam-se uma só coisa.

Enquanto a cosmologia, a astronomia, física e química se universaliza, pois o mesmo fenômeno que produz o sistema atômico produz os astros.


PRIMEIRA CONCLUSÃO.

Assim, a vida e a natureza vital e psíquica, e os cinco pilares que determinam o homem.

E estes transcendem sobre si mesmos e processar o seu aprimoramento lento e perfeito.

Ou seja, eles não transcendem pelo tempo, ou pelo espaço, mas sobre si e dentro de si, e para si.

E o agente não é a causa, mas os pilares inerentes de dentro de cada interação poder.

Assim, estamos diante de categorias [formas e tipos] existenciais, que são os cinco pilares, a existencialidade, a natureza vitalpsíquica, e o homem.

E o ultimo, o homem [que já é o ultimo, por ser o ultimo degrau na categoria existencial] não consegue ter o domínio sobre si, sobre a sua existencialidade e transcendentalidade.

Ou seja, ele não transcende. Pois, o que transcende é a realidade vital, a natureza vital e psíquica, e os cinco pilares cósmicos.


1-O poder.
2-O metacósmico, o metavital. O metafenomênico e o metaexistencial.
3-A interação e unicidade.
4-O fenômeno.
5-E o transcendental aprimorístico.


Por outro lado, o divino através de seu poder trabalha para proteger e fazer crescer o homem, a sua dignidade, e com ele a sua vida.

E em se falando de vida do homem. É o que o divino mais protege no ser humano. Pois o mau tenta atacar o homem na sua existencialidade e vitalidade, porém o divino o protege.



Continuando.

A filosofia graceliana sai do eixo entre psicologia e física e parte para o crácio, o meta, o uno, e o transcendente.

Assim, segue,

1- De fora para fora por interações [do cósmico para o cósmico] [de poder para poderes], [de meta para meta] e entre todos.

2- De fora para dentro por ação do cósmico para o vital.

3- E depois de dentro para dentro e de dentro para fora, [ do vital para o vital, e do vital para o cósmico].


Assim, a vida é uma essência, uma categoria, uma forma de realidade própria que age sobre si mesma através dos pilares cósmicos.
Não é causa da matéria, mas usa a matéria para se instalar, se processar e transcender e se aprimorar.

Porém, o espírito que nasce com a fecundação, é uma forma de vida e com racionalidade que pode existir fora da matéria.

Pois, a vida é inserida de.
Crácio metafenomenia.
Crácio meta direcionamento.
Crácio meta aprimoramento.




SEGUNDA CONCLUSÃO.

Não é o tempo e nem o espaço que detém a essência da vida, e nem a matéria e nem os processos, mas os cinco pilares cósmicos, e a vida por sua vez é uma realidade própria e essência própria.

Ela não surge da matéria, mas dos pilares, do poder divino e o propósito metafenomênico existencial.

Ela não precisa de causas para existir, pois ela é a causa de si e surge da ação dos pilares cósmicos.

Como exemplo, pode-se citar os espíritos que quando fora do corpo conhecem o medo, principalmente da cruz, e por sua vez não tem cérebro.

A mente está ligada ao universo vital.

A vida tem a sua memória e a função de guardar, reconhecer, defender-se e atacar [anticorpos] e produz a sua imunidade e auto aprimoramento.

E todos estes componentes se formaram e se auto aprimoraram durante todo o desenvolvimento da vida.

E fora do universo vital há o universo metacósmico, de poderes, de propósitos existenciais [ pois a existencialidade precede a vida], e entre todos há uma grande interação de ordem e harmonia que caminham em direção a uma eternidade por uma transcendentalidade aprimorística e direcionada.


Este universo é o de fazer ser e tornar-se realidade pela própria transcendentalidade.

Assim, o que detém a essência da mente, memória, psique não é o cérebro, mas a vitalidade e a natureza vitalpsíquica.

E o que detém a essência da vida não é a matéria, mas a própria natureza vital inserida dos pilares cósmicos. Pois esta tem o controle sobre si e se auto aprimora.
Do contrario a matéria produziria a vida, e isto não acontece. Imagine a matéria produzindo um órgão para funções especificas para o funcionamento da vida. Esta matéria só poderia ser uma super inteligência. E isto é impossível de ser verdade.

Pois, a essência de toda realidade se encontra nos cinco pilares. Não no tempo, no espaço, na matéria, na causa e efeitos.

A memória é a consciência do passado, porém é uma ferramenta vital.

A mente, o intelecto não foi desenvolvido num processo de evolução materialística para compreender e lidar com objetos materiais, espaciais, temporais, causa etc.

Mas sim, a mente é fruto da vida, da vitalidade e dos pilares cósmicos.

Não é só o cérebro, mas a pele reconhece todo mundo externo, e está preparado para proteger a vida do ser com este reconhecimento.

Esta racionalidade está em todos os órgãos, na imunidade, na produção de anticorpos, etc.

Assim, os pilares e a vida são os centros e os agentes fundamentais.

Assim, os órgãos da vida são ferramentas produzidas para desempenhar funções especificas. E trabalhar para a transcendentalidade e sua permanência.


METABIOLOGIA.


A vida não é espaço, tempo, matéria, mudança, quantidade, movimento, mas sim, é uma essência própria inserida de poder e que se desenvolve pelo direcionamento metafenomênico existencial, poder divino, cósmico, e as interações entre todos estes componentes.


Assim. A vida não é composta por componentes físicos, químicos, mas a vida é uma essência própria e inserida de propósitos metaexistenciais, cósmicos, e uma universalidade entre todos.


Princípio do metadirecionamento.

Os cinco pilares com a essência vital e através de direcionamentos para desenvolverem funções específicas constroem órgãos, metabolizações, potencialidade, mente psiquê, memória, instintos, inconscientes, anticorpos, imunidade, reprodução celular, aprimoramentos para que a vida continue no seu curso.

E estas ferramentas que trabalham para a vida são também componentes da vida


TRATADO DA RAZÃO CÓSMICA, METACÓSMICA, METAFENOMÊNICA, TRANSCENDENTAL E VITAL.


O transcendental não está só no vital, mas no poder divino, no cósmico, no meta, e nas interações.

O cosmo tem uma racionalidade própria de ordem, harmonia e processamento. Isto se encontra no movimento de afastamento lento dos astros, dando possibilidade para que a vida se desenvolva.

As potencialidades se desenvolvam para realizar funções em prol da vida.

Exemplo – o olho é um órgão complexo que a vitalidade o desenvolveu para realizar funções bio-psíquicas e existenciais do ser. E cumprir a metaexistencialidade.

Com os olhos o ser aumentou o seu tamanho e teve o tamanho do alcance e potencialidade dos olhos, alem de compartilhar da beleza do mundo.

Por isto que a estética se deve ao mundo metavital e vital, e a da FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.

Aqui há uma interação do objetivo a ser alcançado, pois com os olhos o ser ficou mais feliz e com uma maior existencialidade.

A pele também tem as suas funções existenciais e vitais.

Ou seja, os órgãos também são racionais.

Temos aqui uma relação direta entre metafísica, existencialidade, racionalidade, biologia, vitalogia, psicologia.

E isto complementa mais uma função cósmica, metaexistencial e existencial do ser através do poder vital e natureza vital.

Logo, há uma racionalidade direcionada e metaexistencial nisto tudo.

E o mesmo acontece com o cérebro.

Assim, temos.

A racionalidade cósmica e metacósmica.
O poder divino.
O metaexistencial.
O fenômeno.
O vital sobre si mesmo na produção de si e da realidade.

Assim, o desenvolvimento do olho passou por um processo lento e autodirecionado, por potencialidades e poderes pra uma interação cósmica transcendental, existencial e metaexistencial, regidos por poderes e racionalidades direcionadas.
Há um propósito divino e cósmico, real, vital em tudo, fora e dentro, e que o todo interage com o todo. E se universalizam entre si.

O propósito é existencial, metaexistencial, metafenomênico, transcendental, voltado para o aprimoramento e a perpetuação.

Pois, em tudo há poder do divino, e em tudo há ação de poderes.


Deus não está inserido dentro da vida, mas o seu poder que está inserido e age. Deus se encontra em si. Mas age sobre a vida. E o seu poder, este sim age sobre a vida e está na vida, e todas as suas categorias funcionais, transcendentais, existenciais.

Logo, Deus e vida não são a mesma coisa.

Deus é absoluto e imanente, imutável, intranscendente, mas o que transcende sobre todas as coisas e vidas é o seu poder.


A vida é mutável, mas venceu a morte pelo aprimoramento e a reprodução, através do poder e do meta, logo, vencer a morte já era uma condição inicial e natural do propósito metaexistencial da vida.

O ser e o homem não venceram a morte, um não pode ser o outro, e cada um -

[1] Deus, [2] vida, [3] ser tem as suas categoriais existenciais de ser e existir.


TERCEIRA CONCLUSÃO.

A realidade não é dialética, mas é craciometatransaprimorativa.

Poder.
Metacosmico.
Metafenomênica.
Transcendental.
Natureza aprimorativa.


Não é o espírito da era, e nem o cósmico da era.

É o poder, o meta, o trans, que determinam a vida, a razão, a existência, realidade, os fenômenos, e a existencialidade.

A matéria não teria condições de produzir tantas funções, ordens, transcendências, anseios, desejos, instintos, aprimoramentos e emoções.

A realidade e a vida vencem a morte.

Somos como uma célula que se reproduz. Só que temos a nossa consciência em nos. E a célula a consciência nela mesma.


A vida não depositou seu interesse na inteligência, mas na reprodução, na defesa e no aprimoramento vital, pois o seu objetivo é a perpetuação pela pelo poder e transcendentalidade.




Pois, em tudo há poder do divino, e em tudo há ação de poderes.


Deus não está inserido dentro da vida, mas o seu poder que está inserido e age. Deus se encontra em si. Mas age sobre a vida. E o seu poder, este sim age sobre a vida e está na vida, e todas as suas categorias funcionais, transcendentais, existenciais.

Logo, Deus e vida não são a mesma coisa.

Deus é absoluto e imanente, imutável, intranscendente, mas o que transcende sobre todas as coisas e vidas é o seu poder.


A vida é mutável, mas venceu a morte pelo aprimoramento e a reprodução, através do poder e do meta, logo, vencer a morte já era uma condição inicial e natural do propósito metaexistencial da vida.

O ser e o homem não venceram a morte, um não pode ser o outro, e cada um -

[1] Deus, [2] vida, [3] ser tem as suas categoriais existenciais de ser e existir.


O que faz o homem avançar não é a razão, os instintos, mas o poder vital, a razão vital, o metaprimoramento, e o poder divino.



QUARTA CONCLUSÃO.

A moral, a sociedade, a religião tem uma causa primaria que não é a sociedade, ou a inteligência. Mas sim, a vitalidade é que determina os seres a terem ordem moral social, moral e religião.

As abelhas e as formigas têm uma sociedade  moral com funções pré-determinadas antes mesmos de nascerem.

O seu corpo, formato, funções e potencialidades, metabolismos são as suas representações do que serão na sociedade.

Aranhas que antes do nascimento já sabem que viverão até o acasalamento, lagartas que se transformam após uma fase da vida.

Animais com inteligência e capacidades para dominar e ser dominados.

E por fim, é a ordem da eternidade, transcendentalidade e aprimoramento da vida.

E que por fim produz no homem, na sociedade uma moral e felicidade que o universo vital e cósmico, e natureza vital precisa para a permanência e harmonia da vida.

É uma transcendentalidade metafenomênica que chega alicerça a vida. Da vida ao ser. Do ser à sociedade. Da sociedade à moral e à moral. E até a psicovitalidade.

A vitalidade construiu os sentimentos para servir de pilar e alicerces para a reprodução e as defesas [filhos recém-nascidos tem a proteção da mãe].

Nisto tudo há uma grande racionalidade e organização.

E com os sentimentos que leva à reprodução também leva à formação de famílias e sociedades. Isto em todas as classes dos animais, talvez dos vegetais.

No homem forma-se a sociedade, a moral e a religião.

Pode-se citar a inteligência vital e os instintos como ferramentas vitais em favor da vida.



QUINTA CONCLUSÃO.

METARACIONALISMO.

O mundo externo não chega até nós por nossas sensações e idéias.

Mas sim, por poderes divinos, vitais, cósmicos, metadirecionamentos e metafenômenos num universo de transcendentalidades.

A vida tem a sua própria racionalidade. Uma racionalidade interna e regida por poderes externos e internos e metaexistencialidades.

Por isto que a vida se protege, ataca, aprimora, transcende e perpetua.

A razão do homem é um grão de areia num cosmo de racionalidades de infinitos tipos.

Assim, o mundo externo chega até nos pelos cinco pilares cósmicos, e pelo poder e natureza vital. A vitalidade tem a sua própria racionalidade.

O homem e sua racionalidade é um resultado, e são levados para frente pela natureza vital que os produzem.

O homem, a mente, a psique, a racionalidade não são sujeitos, mas são objetos da natureza vital e sua racionalidade, potencialidades, e auto aprimoramento.

Assim, a natureza vital é a essência do homem.



SEXTA CONCLUSÃO.

A causa da natureza vital é a metaexistencialidade que produz e está inserida na natureza, por sua vez a natureza vital é uma racionalidade.

A metaexistencialidade tem as suas causas nos cinco pilares cósmicos.


As plantas têm a sua vital racionalidade, pois esta vital racionalidade que coordena suas funções e metabolizações.

E como os animais também se aprimoram, e produzem defesas e trabalham para a transcendentalidade.

As plantas reconhecem o mundo externo e interno, e luta para vencer problemas existenciais e mantém a vida e a reprodução.mantendo a transcendentalidade  e a perpetuação da espécie.

Ou seja, há uma forma de racionalidade em tudo isto.


SÉTIMA CONCLUSÃO.

Há um poder divino, um direcionamento cósmico, uma metaexistencialidade [externo], que rege um poder interno sobre a vida, a mente, a racionalidade, existencialidade, e o homem.

Assim, temos o externo sobre o interno, e o interno sobre si e que sai de si para fora de si.

O propósito máximo de todo organismo não é só a reprodução, mas também a interação interna e externa, a regeneração celular, imunidade, reconhecimento, aprimoramento, capacidades de sobrevivências, metabolizações.

Ou seja, o propósito máximo é manter a vida, manter as potencialidades e aprimoramentos, com isto tudo manter a transcendentalidade.

Podemos citar cinco formas básicas de vida.

Divina.
Espiritual.
Vital.
Animal.
Vegetal.

O universo vital não trabalha em forma de inconsciente, mas em forma de racionalidade dirigida para a funcionalidade, transcendentalidade e aprimoramento.

O princípio que sustenta a vida não está nos órgãos sexuais, mas sim, na metaexistencialidade transcendental e no universo vital.

Até outras formas de manter a vida. Como na regeneração de órgãos e células, na reprodução de plantas.

Pois, o principio está fora do ser, está nos cinco pilares cósmicos e no universo vital.


A realidade não se processa através de opostos para formar uma síntese, num processo dialético.

Pois, o processo dialético não é inserido de direcionamento, vida, racionalidade e poder.

E o que direciona a realidade para frente e um aprimoramento são os pilares cósmicos.

A realidade é algo vivo, e não materialista e mecanicista.

Não fruto do espírito de uma era.

Antes de ser o que é numa época, ela já existe como projeto e projeção futura para vir a ser.

O ser não caminha em direção a um absoluto, pois, o absoluto é o divino. Pois o único que sobre tudo age. É imanente em si mesmo, logo não transcende.

Ou seja, a essência da realidade não está no tempo, no espaço, na causa, no efeito, na estrutura, no concreto, mas no poder e no universo metacosmico que é uma realidade e leva à segunda realidade a vir a ser.

A primeira é o poder e o meta, que são os sujeitos e objetos de si.

E é o sujeito da segunda. Logo, a segunda só é objeto.

Ou seja, o desenvolvimento de toda realidade não ocorre por opostos em direção a uma síntese. Ou a um fim absoluto. Mas sim, a natureza avança cautelosamente fenômeno após fenômeno, de si sobre si mesmo. E sendo regido por uma racionalidade, um poder, uma metaexistencialidade, e uma interação cósmica que rege e faz desenvolver toda realidade.

Assim, o poder é a essência da realidade e nela está a unidade.

E a lógica está na interação e na universalidade rumo a unidade geral.

Porém, a realidade tem a sua lógica.

O absoluto poder que rege e age sobre o transitório, o fenomênico.



O poder é a substancia do universo.

É nele que tudo age. E dele que emana a unidade.

Ou seja, a unidade parte de um ponto inicial, não é a chegada, mas a partida.

Logo, o absoluto é o inicio e não o fim.

Porém, absoluto é o único imanente – que é o divino.

O poder age e está no vital e na vitalracionalidade.

Assim, o fenômeno e a natureza avançam sobre si mesma, passo a passo, sendo regido

pela sua natureza e poderes metacósmico.

A mente do homem não produz a razão.

Homem e mente é o resultado do universo vital, cósmico, crácio e meta.

A mente é uma ferramenta do universo vital e natureza vitalpsíquica.

E no universo vital há uma racionalidade própria e anterior à mente.

E anterior ao universo vital há uma racionalidade, uma metaexistencialidade, metacósmica e craciológica.

A idéia da mente é antes de tudo a racionalidade vital.

A idéia, a mente e a racionalidade vital existem para uma finalidade e propósito existencial. Que é manter a vida, sua transcendência e perpetuação.

O divino com a ação de seu poder produz e promove a ordem e harmonia do mundo.

O pensamento não é a ordem do mundo, pois, antes do pensamento há a natureza vital e os cinco pilares cósmicos.

Não existe apenas ´´as idéias´´ [analogia a um pensador] como razoes para receber e unificar a realidade.

Pois, a vitalidade é uma racionalidade.

O organismo, órgãos e células têm a sua racionalidade, pois, estão prontos e ordenados para realizar funções, detectar ataques e produzir defesas [ anticorpos], e imunidades.

A pele é um órgão que realiza varias funções.

Há um mundo de poderes, propósitos, metafenômenos e direcionamentos que são formas de racionalidades.

Assim, a mente como resultado da unidade e ordem de sensações, percepções, pensamentos, inconscientes, que são elevados por um propósito e uma vontade do homem.

Porém, a grande racionalidade é a racionalidade vital e a dos cinco pilares cósmico.

A mente não é o resultado de toda realidade, pois, a mente é uma ferramenta da natureza vital, e da natureza vitalpsíquica.

Ou seja, os resultados da ordem, unidade, propósito, vontade, transcendentalidade, aprimoramento da mente são uma conseqüência do universo vital e universo vitalpsíquico e sua natureza.

Ou seja, a mente só é e só será o que o universo vital queira que ela seja.

Logo, só conhecemos a ordem e a unidade do universo vital na produção da mente e do psíquico.

Pois, o universo vital é uma conseqüência causada dos cinco pilares cósmicos e craciológico.

Logo, conhecemos através da natureza vital.

E dos pilares cósmicos.

E é esta a realidade.



Assim, Deus e natureza não são a mesma coisa.
Deus não está na natureza agindo sobre ela.
Deus age sobre a natureza com o seu poder.
Mas, não sai de si, ele é imanente, imutável, intranscendente.
O que é transcendente é o seu poder.
A natureza com os pilares desenvolveu potencialidades e racionalidades.





Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.

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